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17 de agosto de 2012

DESPORTO AO RUBRO NAS PISCINAS

Mais uma iniciativa, desta vez um campeonato de Futvólei, levada a bom porto pelo Académico

Nos dias 9 e 10 de Agosto, o Clube Académico de Bragança (CAB) organizou um campeonato de Futvolei que superou as expectativas iniciais pelo número de participantes. Sem qualquer promoção ou divulgação pela cidade, o torneio contou com 14 duplas inscritas divididas por dois escalões. No escalão A, dos 12 aos 14 anos, houve 4 equipas e os grandes vencedores foram os irmãos Rafael e Miguel Faria. Já no escalão B, a partir dos 18 anos, 10 duplas disputaram o primeiro lugar, que foi conquistado por Jorge e Ice.
“Foi mais um torneio realizado nas piscinas do CAB para manter a diversão e incrementar o desporto. Tivemos bastante aderência, mais do que a esperada. Isto porque não fizemos qualquer publicidade. Se o tivéssemos feito teríamos tido muita mais gente”, sustentou Marta Neves que, juntamente, com Paulo Lourenço, supervisionaram e desenvolveram esta iniciativa.
“Espero que este torneio fique já fixo para os anos seguintes aqui nestas nossas instalações magníficas, pois com a divulgação do torneio poderemos ter mais do que dois escalões”, complementou a jovem e mais recente aquisição do Académico.
Depois deste desporto que já granjeou a sua quota parte de admiradores por terras nordestinas, registado até pelo vasto público que seguiu atentamente o torneio, seguir-se-á um próximo de Giravolei.

As quatro duplas inscritas no Escalão A, dos 12 aos 14 anos. 


9 de agosto de 2012

PASSADO E FUTURO

Três juvenis de hóquei em patins do Académico fazem o balanço da época transacta e perspectivam já o próximo campeonato.


Em período de férias, quer da escola, quer da modalidade que praticam, o Jornal Nordeste falou com três hoquistas do Clube Académico de Bragança (CAB). O objectivo era o de partilharem a sua visão sobre o passado e o futuro da equipa de juvenis à qual pertencem.
O hoquista Mário Vaz começou primeiro e traçou o balanço da última época desportiva: “começámos mal e nos primeiros jogos ainda não estávamos bem. Mais ou menos a meio lá começámos a jogar melhor e a ganhar uns jogos. Mas, na recta final, aí sim, estávamos no topo da nossa forma. E acabou por não correr assim tão mal”.
Entre dez equipas, os juvenis do Académico, todos no primeiro ano de juvenis, à excepção de um atleta, conseguiram somente o sétimo lugar. “Não foi bom, mas também não foi muito mau com estas condições. Mas acho que evoluímos bastante ao longo do ano”, analisou Mário.
Outro dos jogadores mais valiosos, mas também mais problemático, com vários jogos de suspensão e algumas expulsões, é Gil Gonçalves (na foto, em cima). “Fico muito nervoso e, por vezes, não me controlo. Sou demasiado impulsivo, mas vou tentar aprender a controlar melhor aquilo que eu sinto”, admitiu aquele que é um dos jogadores mais explosivos e nervosos do plantel academista e, também, o mais encartado. Quanto às perspectivas para o próximo ano, Gil antecipa que “são as melhores”. “Vamos subir para o segundo ano de juvenis e penso que vamos ter mais qualidade. O que nos permitirá subir ao topo mesmo. Penso que a nossa prestação na próxima época será muito melhor do que aquela que nós tivemos na anterior”, revelou, esperançado.
O último entrevistado foi eleito o melhor jogador do Torneio Triangular organizado pelo CAB. Carlos Esteves fez um resumo da época de 2011/2012: “o campeonato poderia ter corrido bem melhor. Perdemos muitos jogos nos momentos finais, fruto da nossa inexperiência, mas penso, também, que fizemos grandes jogos contra grandes equipas”. Relativamente à próxima época, o jogador promete “um bom campeonato” e avisa que o “Clube” se irá orgulhar da prestação da sua equipa. “Os treinos com os seniores ajudam bastante à nossa evolução e, para o ano, com atletas de segundo ano, teremos um conjunto mais maduro e experiente”, antecipou Carlos Esteves, para quem um bom campeonato seria ficar entre os cinco primeiros. Já para Gil Gonçalves e Mário Vaz, mais ambiciosos, seria ficarem classificados nas três posições cimeiras.

Equipa de Juvenis do Clube Académico de Bragança
Treinador: Fernando Sequeira


5 de agosto de 2012

"FOI ESPECTACULAR"

Inúmeras actividades desportivas caracterizaram o I Challenger do Académico nas piscinas do clube


Foi no passado fim-de-semana que o Clube Académico de Bragança (CAB) organizou o I Challenger. Um desafio com várias actividades ao ar livre como canoagem, tiro com arco, zarabatana, insufláveis, voleibol de praia e orientação nocturna. Com direito a acampamento de sábado para domingo no espaço das piscinas, participaram no Challenger 14 equipas de dois elementos, o que dá um total de 28 participantes distribuídos por dois escalões. Assim, em Masters, as duplas vencedoras foram: em primeiro, Raul Bartolomeu e Daniel Santos com o nome de equipa “As velhas guardas”; em segundo, Fernando Gomes, o presidente do CAB, e Fernando Sequeira, director do clube e um dos treinadores de hóquei em patins (“Os Nandos”); e, em terceiro, Mário Vaz, atleta do Académico e Diogo Moreira, ex-atleta, agora no Santarém (“Os Zés”).
No escalão B, dos mais novos, em que participavam pais e filhos em equipa, a classificação foi a seguinte: João Minhoto e Abílio Minhoto (“Minhocas”, 1º); Isabel Vaz e Gonçalo (Unidos ao Garrafão”, 2º); e Filipe e Rodrigo Minhoto, ambos com 10 anos, ficaram em 3º lugar.
Quanto ao balanço final, uma das responsáveis pela iniciativa mostrou-se bastante satisfeita pelo resultado alcançado. “Foi espectacular! As expectativas foram superadas e tivemos mais aderência do que aquela que esperávamos. E, para o próximo ano, queremos fazer ainda melhor”, referiu Marta Neves.


Outro elemento da organização foi Alexandre Sadio, que afirmou que o próprio nome dado a esta iniciativa pode ter confundido algumas pessoas. “As perspectivas não eram muitas, até porque as próprias pessoas não tinham ideia do que era um challenger. O próprio nome por ser estrangeiro suscitou muitas dúvidas, mas pelo que pudemos verificar ao longo destes dois dias foi que as pessoas aderiram bastante e que, pelos vistos, gostam deste género de actividades ao ar livre”, resumiu o estagiário do CAB, afirmando que, apesar de ter sido o primeiro, o Challenger foi “um êxito”.

Marta Neves e Alexandre Sadio


31 de julho de 2012

"CONSTRUIR UMA EQUIPA PARA O FUTURO"



Nomeado: Tiago Asseiro (Clube Académico de Bragança)
Cargo técnico: Treinador dos Infantis de Hóquei em Patins
Idade: 30
Profissão: Professor de Educação Física


Entrevista:


1 – Integrada na Associação de Patinagem do Porto, que classificação, quer no Torneio de Abertura, quer no Torneio de Encerramento, é que a tua equipa alcançou?


R: No primeiro alcançámos o sétimo lugar e, no Torneio de Encerramento, não conseguimos melhor que o nono lugar. 



2 – Quais eram as tuas expectativas antes do início da época desportiva 2011/12?


R: As expectativas eram dar patinagem e competição aos atletas, visto tratar-se de uma equipa com pouca ou nenhuma experiencia na competição e de miúdos com muito pouco tempo de patinagem. 



3 – Ficaste satisfeito com os resultados obtidos ou, sinceramente, esperavas algo mais?


R: No torneio de abertura obtivemos um bom resultado comparado com o torneio de encerramento, onde inclusive jogámos contra algumas das melhores equipas nacionais como, por exemplo, o Futebol Clube do Porto, o Gulpilhares e o Valongo. Falamos das melhores escolas de hóquei do país. No torneio de encerramento a classificação podia ter sido melhor, pois em muitos jogos estivemos a vencer até ao último minuto e devido à nossa falta de experiência e competitividade não conseguimos segurar a vitória. Isso aconteceu em cinco ou seis jogos, o que nos roubou muitos pontos. 



4 – Qual é o balanço que fazes deste campeonato?


R: É sempre um balanço positivo quando se vê uma evolução coletiva e individual da equipa. E a prova disso foram os jogos que fizemos no Torneio Triangular organizado pelo Académico ainda este mês. Se compararmos esta equipa de fim da época com a que iniciou o campeonato vê-se, claramente, que está mais consistente, tanto ao nível técnico como táctico.  



5 – Haverá quem te critique por teres optado rodar toda a equipa em detrimento de apostares na vitória. Inclusive, alguns dos pais dos jogadores. Como é que tu reages a essas críticas?


R: Essas são críticas sem qualquer fundamento. Quando estamos a falar de um dos primeiros escalões de formação onde, na minha opinião, devia ser obrigatório que todos os elementos jogassem, à imagem do que acontece nos escalões de benjamins e escolares.

Sempre foi filosofia do Clube a formação de atletas e jovens, independentemente dos resultados. Apesar de, claro, todos gostarmos de vencer e de esse ser um factor de motivação, para além de um objetivo para todos os jogos. Mas quando se entra em competição com uma equipa tão nova, onde o principal objectivo é adquirir experiência, técnica e construir uma equipa para o futuro, jogarem cinco ou seis miúdos e só esses evoluírem e não dar aos outros essa oportunidade e igualdade não faz sentido. Não me arrependo de ter feito isso e fi-lo sempre a pensar no crescimento destes miúdos. Sem essas oportunidades, teríamos hoje uma equipa desequilibrada e, provavelmente, sem futuro.  



6 – Então, o facto de teres incluído jogadores dos escolares nos infantis foi uma mais-valia?


R: Sem dúvida que foi uma mais-valia porque se tratavam de jogadores altamente competitivos que trouxeram muito à equipa e isso permitiu aos mais velhos jogarem num ritmo mais elevado e crescerem também como jogadores. 



7 – Enquanto ex-jogador, como é que analisas o facto de haver apenas uma equipa transmontana no campeonato do Porto? Achas que isso prejudica a formação academista?


R: Prejudica-nos em relação às viagens que temos que fazer quando jogamos fora. Como são muitos quilómetros o cansaço é bastante evidente em alguns dos encontros, que são todos na zona do Porto. Esse facto é prejudicial à modalidade, pois não se desenvolve tanto no interior. No que diz respeito ao Clube Académico de Bragança, tem lutado e feito um esforço admirável para o desenvolvimento do hóquei em patins na cidade e na região. 



8 – Poder-se-á afirmar que o hóquei em Trás-os-Montes já conheceu melhores dias. Na tua opinião, achas que estamos a trilhar um caminho que nos poderá levar de novo à glória de outros tempos ou pensas que isso será impossível?


R: O hóquei em patins em Bragança começou novamente do zero. No espaço de três, quatro anos, triplicámos o número de atletas. De cerca de 40, apontamos esta época para mais ou menos 120 e duplicámos também o número de equipas em competição. Ou seja, de duas passámos para quatro e isso é de louvar. O hóquei é uma das modalidades mais complexas que existe e, sem dúvida, uma das mais difíceis de aprender e, por isso, leva o seu tempo. No entanto, penso que o trabalho que está a ser desenvolvido pela direção e por todos os treinadores dará os seus frutos no futuro e devolverá ao Académico o estatuto em tempos adquirido como um dos melhores clubes de formação a nível nacional.



9 – Para terminar, o que é esperas alcançar na próxima temporada? O que é que seria para ti um bom campeonato?


R: A época de 2012/13 será para nós um grande desafio. A meu cargo terei a equipa de iniciados, constituída por 14 atletas, sendo que quatro serão infantis. Quanto aos objetivos, estes passam por tentar construir uma equipa competitiva e equilibrada que alcance a melhor classificação possível. Mas, mais importante ainda, pretendo formar atletas e jovens.


27 de julho de 2012

COMO NOS "BONS VELHOS TEMPOS"

Fim-de-semana em pleno de hóquei em patins no I Torneio Triangular do Académico fez muitos espectadores e jogadores ansiar por mais.
 

“Um sucesso”. Foi assim que o presidente Fernando Gomes resumiu os dois dias de competição do I Torneio Triangular de Hóquei em Patins organizado pelo Clube Académico de Bragança (CAB). Para além da equipa anfitriã, participaram neste evento desportivo Vila Boa do Bispo (VBP), Limianos e Hóquei Clube de Santarém. Em competição na capital de distrito estiveram três escalões: escolares, infantis e juvenis. Para além de todos estes atractivos, ainda houve outro não menos importante. Um jogo amigável entre os séniores do CAB e o Famalicão. A equipa convidada permitiu às “velhas glórias” lembrar o passado de um tempo em que o hóquei dominava o mosaico competitivo brigantino. Com jogos de grande nível, quer sábado, quer domingo, centenas de pessoas acorreram entusiasticamente ao Pavilhão Municipal.
Em termos de classificações finais, nos escolares, o Vila Boa do Bispo sagrou-se vencedor absoluto, seguindo-se-lhe o Limianos e, só depois, o CAB. Nos infantis, em primeiro ficou o Limianos, em segundo o VBB e, em terceiro, de novo o CAB. Nos juvenis, o campeão foi mesmo o Santarém, depois, o CAB e, em último lugar, o VBB. Contudo, o Académico poderia ter feito melhor no escalão “maior”, arrecadando mesmo a primeira posição. Isto porque esteve a vencer o Santarém até bem perto do final. Só que nos dois últimos minutos, os visitantes conseguiram inverter o marcador, beneficiando de um livre directo que lhes permitiu dar a volta ao resultado.

No final do torneio, para além da habitual imposição de medalhas, foram entregues as taças e eleitos os melhores entre os melhores. Assim, nos escolares, o prémio de melhor guarda-redes foi para José Henrique do VBB. Já o prémio de melhor jogador foi para Rodrigo Martins, do Limianos. Nos infantis, o título de melhor guarda-redes foi, merecidamente, para Vicente Gomes, do CAB. Enquanto que o título de melhor jogador venceu-o Nuno Antunes, do Limianos. Por fim, no escalão de juvenis, Ricardo Relvas, do Santarém, foi considerado o melhor guarda-redes. Já na categoria de melhor jogador, Carlos Esteves, do CAB, bateu a concorrência com magníficas exibições nos dois jogos. Mas não foi o único. Da sua equipa, todos brilharam um pouco. Mário Vaz, Gil Gonçalves, Alexandre Santos, João Benites, Vitor Minhoto e Nuno Minhoto estão de parabéns pela melhor posição, um segundo lugar, alcançado pelo CAB ao longo deste torneio.
“Todas as equipas gostaram de vir cá, não só pela componente desportiva, mas também pelo convívio entre os jogadores e pela maneira como nós os sabemos receber sempre”, sublinhou o dirigente máximo do CAB. De acordo com Fernando Gomes, o I Torneio Triangular de Hóquei em Patins envolveu 120 atletas e o almoço de domingo contou com cerca de 200 pessoas, incluindo os pais de algumas crianças. “O facto de conseguirmos trazer tanta gente aqui é óptimo para a cidade! Não só levamos o nome de Bragança a todos os cantos do país como beneficiámos economicamente a região com todo o movimento criado ao redor deste torneio”, referiu.  Na opinião do presidente do maior clube desportivo do nordeste, os objectivos foram atingidos. “Se bem que não ganhámos muitos jogos, o mais importante foi mesmo participar e não o resultado classificativo obtido no final”, terminou Fernando Gomes.

Depois da entrega dos troféus, seguiu-se um almoço para todos os intervenientes nesta competição, oferecido pelo Académico na piscina do clube. De destacar ainda o contributo da Câmara Municipal de Bragança e da Junta de Freguesia da Sé, bem como a presença ao longo de todo o fim-de-semana do presidente da Associação de Patinagem do Porto, Celestino Brito, e da dupla de arbitragem, pai e filho, Júlio e Bruno Antão, encarregue de supervisionar todos os jogos do torneio.

26 de julho de 2012

FESTA DE ARROMBA

Sarau de Encerramento do Académico levou centenas de pessoas ao celebrar “em grande estilo” do final de mais uma época desportiva


Foi na noite de sábado que teve lugar mais um Sarau de Encerramento do Clube Académico de Bragança (CAB). No Pavilhão Municipal da cidade, reuniram-se centenas de pessoas que puderam vislumbrar um resumo das muitas actividades desportivas desenvolvidas pelos atletas ao longo da época 2011/12.
Dedicado ao tema dos Jogos Olímpicos, uma tocha foi desfilada como símbolo da abertura da cerimónia que incluiu a apresentação das 13 modalidades que contam com cerca de 330 atletas. Depois das demonstrações das várias práticas desportivas levadas a cabo no Académico, houve direito a comes e bebes e, ainda, à actuação de uma banda local que animou as hostes pela noite dentro.
Este ano, ao contrário do transacto, o Sarau não decorreu no espaço envolvente das piscinas. Isto porque a direcção teve receio que as condições meteorológicas não ajudassem à celebração do maior evento desportivo da capital do nordeste.  
Quanto ao balanço da época que agora encerra, em que houve 40 novos atletas e a introdução do Kickboxing através da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros, o presidente do CAB mostrou-se bastante satisfeito pelo sucesso alcançado. “Não ficou nada por fazer. Conseguimos atingir os nossos objectivos que são cada vez mais dar melhores condições aos nossos atletas e aumentar o número de praticantes. Foi uma época em cheio”, declarou Fernando Gomes.


No seu discurso, o responsável máximo aproveitou a presença de uma enorme massa humana para lançar, novamente, o repto ao presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, no sentido deste providenciar o aumento das instalações academistas com o intuito de permitir aos atletas mais espaço e uma maior disponibilidade de horários para treinos. “Não temos espaço suficiente para os nossos atletas. Para eles evoluírem de forma natural precisam de mais horas disponíveis no pavilhão e, simplesmente, não as têm”, reiterou, dando o exemplo de uma campeã de patinagem artística do clube à qual, sem infraestruturas, não lhe conseguem dar horas para o ensino da modalidade. “É uma pena estarmos a desperdiçar estes recursos. Temos de aumentar o pavilhão. A Câmara não tem dinheiro para fazer um novo pavilhão e nós temos uma solução muito simples, que é alargar o nosso. Fica muito mais barato! Não queremos um pavilhão de luxo, desde que tenha um bom piso, já conseguimos fazer os nossos treinos”, concluiu Fernando Gomes, asseverando que o projecto já está em fase de elaboração.


De salientar, ainda, a participação no evento do Ginásio Clube de Vila Real (na foto), que abrilhantou o Sarau com uma performance de nível semi-profissional, e da Escola Vamusica, que contribuiu para o espectáculo com a actuação de um grupo musical.







 

29 de maio de 2012

CAMINHO COMPLICADO

 
A falta de um banco capaz continua a pesar nas decisões de resultados de hóquei em patins do CAB

No feriado de 25 de Abril, a equipa de juvenis do Clube Académico de Bragança foi perder a Fânzeres por 3 – 7. Um jogo complicado, onde Gil foi expulso e o Académico como tinha poucos jogadores ficou com as suas fileiras reduzidas a apenas três elementos. Já no sábado, o CAB recebeu o Vila Boa do Bispo e a história foi bem diferente. Num encontro muito disputado, a formação transmontana viu o seu adversário inaugurar o marcador e levar a vantagem de um golo para o intervalo. Na segunda metade, o Académico conseguiu recuperar e inverter o resultado para 2 – 1. Depois, uma excelente exibição do guarda-redes contrário impediu a equipa da casa de ampliar o resultado. Foi quando, em dois contra-ataques, os visitantes conseguiram inverter, também, eles, o resultado. Terminou em 2 – 3 a última jornada da primeira volta do campeonato. “É uma equipa muito complicada, pois todos os jogadores são juvenis de segundo ano. Esperamos fazer sempre o melhor para ganhar, mas não conseguimos concretizar essa possibilidade”, disse o técnico brigantino, Fernando Sequeira.
A segunda volta começa já no feriado de 1 de Maio, em casa, contra o Alfena, pelas 15 horas.

"DESCONTROLO COMPLETO"

 
Infantis academistas não conseguem adoptar a mentalidade de tentar inverter um resultado.

No último domingo de Abril, os infantis do Clube Académico de Bragança (CAB) foram ao Marco de Canaveses defrontar a equipa loca. E o jogo até começou bem e correu assim até ao intervalo, altura em que a equipa transmontana perdia, apenas, por um golo. “Na primeira parte, defendemos bem e tivemos bastante oportunidades de golo, mas o guarda-redes deles era muito bom e a dois minutos do fim marcaram o primeiro”, avançou Tiago Asseiro.
No entanto, no segundo tempo, e à semelhança do que aconteceu no último jogo, a equipa brigantina “descontrolou-se completamente”, sobretudo, a nível defensivo e só nos primeiros cinco minutos, sofreu sete golos. A partir daí, tudo estava perdido e o resultado só parou nos 10 – 2, naquela que foi a oitava jornada do campeonato. O Académico mantém, assim, a oitava posição na tabela classificativa.
“Os miúdos ao se verem em desvantagem, por mais pequena que seja, tomam o jogo como perdido e não conseguem ter uma atitude positiva de tentar inverter o resultado”, admitiu o técnico.
No feriado de 1 de Maio, terça-feira, os infantis do CAB vão a Fânzeres e no próximo domingo, pelas 15 horas, receberão o Gulpilhares.

27 de abril de 2012

AUSÊNCIA DE BANCO PREJUDICA

Lesão de Minhoto e expulsão de Gil levam o Académico a jogar com apenas três jogadores e a sofrer quatro golos em dois minutos


O Clube Académico de Bragança (CAB) foi a Espinho no sábado, onde defrontou a equipa de hóquei local pelas 15 horas. A formação transmontana entrou melhor no jogo da quinta jornada, fazendo frente a um adversário bem mais poderoso, que lidera a tabela classificativa. O Académico até marcou primeiro, mas o Espinho conseguiu inverter o resultado ainda antes do intervalo. “Na primeira parte, jogámos muito bem, quer na defesa, quer no ataque. Mas depois eles equilibraram e, apesar do jogo disputado, acabaram por marcar dois golos”, afirmou o técnico brigantino.
Com uma vantagem por 2 – 1, tudo podia acontecer na segunda parte. No entanto, as circunstâncias do jogo alteraram-se após o ressurgimento de uma lesão de Minhoto, que torceu o pé durante o jogo. Mas o azar não ficou por aqui. Num lance aguerrido, Gil chegou atrasado e, em vez de acertar na bola, acertou no jogador. Cartão azul para o jovem que regressou à equipa na penúltima jornada, após um período afastado da competição. Uma expulsão que, de acordo com Fernando Sequeira, se aceita perfeitamente, dada a dureza do lance, apesar de não ter sido propositado. “Na segunda metade, tivemos uma lesão e sofremos uma expulsão. Como não tínhamos elementos no banco, tivemos que jogar dois minutos com apenas três jogadores e foi aí, durante esse tempo, que sofremos 4 golos”, sublinhou. “Depois a nossa equipa ainda tentou reagir, mais com o coração do que com a cabeça, e acabámos por sofrer mais um golo”, concluiu o treinador. O resultado final de 7 – 1 deixa o Académico com cinco derrotas.
O próximo jogo será em casa no domingo contra o Alamoriz pelas 15 horas.


UM JOGO CONTRA-CORRENTE

Depois de uma nítida evolução ao longo do campeonato, o último jogo dos infantis do CAB deixou muito a desejar


Na 5ª jornada do campeonato de infantis, o Clube Académico de Bragança (CAB) recebeu a Juventude Pacense pelas 15 horas de domingo. A equipa transmontana entrou melhor no jogo e conseguiu mesmo inaugurar o marcador logo no início do encontro por Jorge Diz.
O Académico manteve-se fiel ao trabalho que tem vindo a desenvolver e, nos primeiros cinco minutos, dominou por completo a partida, exercendo um claro ascendente sobre o seu adversário. Durante esse tempo, o CAB trocou bem a bola com passes rápidos, a equipa esteve organizada e dominou o jogo dos visitantes. Até que estes empataram e a partir daí foi o descalabro para a formação brigantina. Desconcentração total até ao final da primeira parte, o que permitiu à Juventude Pacense marcar mais três. O resultado ao intervalo era de 1 – 4. “Com uma desvantagem tão acentuada, a equipa não se conseguiu organizar, nem sequer para tentar diminuir a diferença de golos. Talvez a paragem da Páscoa tenha feito mais mal do que bem aos meus jogadores”, adiantou o técnico academista.
Vendo que pouco ou nada havia a fazer e que o jogo estava praticamente definido, Tiago Asseiro aproveitou a segunda metade para rodar o banco, colocando os jogadores menos utilizados em campo. Inclusive, dois escolares. Quem aproveitou a benesse foram os visitantes que marcaram mais sete golos sem resposta, deixando o resultado final em 1 – 11.
Para quem tem vindo a acompanhar a evolução notória dos infantis ao longo do campeonato, apesar de, em cinco encontros, terem conseguido apenas um empate e quatro derrotas, esta última partida foi, nas palavras do próprio treinador, “decepcionante”. “Os jogos têm corrido bem para nós e temos disputado sempre o resultado, mesmo com equipas superiores. Daí considerar este jogo uma decepção por não reflectir os esforços que temos vindo a desenvolver desde o início”, considerou Tiago Asseiro.
Na próxima jornada, domingo, o CAB deslocar-se-á a Valongo, onde tentará o tudo por tudo para conquistar a primeira e tão merecida vitória do campeonato.


25 de abril de 2012

EMOÇÕES AO RUBRO


JUVENIS

 Clube Académico de Bragança 5
Hóquei Clube Paço do Rei 6


Estádio: Pavilhão Municipal de Bragança
Árbitro: Filipe Silva
Equipas: 

CAB: Ricardo Gama (GR), Carlos Esteves, Mário Vaz, Alexandre Santos, Diogo Cadavez, Vítor Minhoto (CAP); Luís Gonçalves, Nuno Minhoto (GR).
TREINADOR: FERNANDO SEQUEIRA
 

HCPR: Pedro Valente (GR), José Monteiro, Ruben Soares, Igidio Santos, Hugo Ramos (CAP); Davide Barrosa, José Cardoso, Diogo Rocha, Marco Mota (GR).
TREINADOR: RICARDO DUARTE


Ao intervalo: 0 – 3
Golos: Diogo Rocha, José Cardoso, Igidio Santos, Carlos Esteves, Diogo Rocha, Diogo Cadavez, Diogo Rocha, Luís Gonçalves, Ruben Soares, Carlos Esteves, Vítor Minhoto. 

 
No regresso de Gil, houve derrota com sabor a vitória dos juvenis do Académico por 5 – 6 contra a formação gaiense do Paço do Rei.

Foi, sem sombra de dúvidas, um dos melhores jogos em hóquei em patins dos últimos tempos a que o público brigantino pôde assistir no Pavilhão Municipal. Na 4ª jornada do Campeonato Distrital do Porto, o Clube Académico de Bragança (CAB) foi o anfitrião de serviço ao receber o Hóquei Clube Paço do Rei (HCPR) pelas 16:26 de sábado, logo depois do jogo dos infantis. Os visitantes inauguraram o marcador injustamente aos 12”, com um golo de sorte que resultou de uma enorme confusão na pequena área de Ricardo Gama. O guarda-redes da casa fez o possível e o impossível, realizando defesas de alto nível, mas não conseguiu impedir o segundo da equipa gaiense aos 14” que resultou de uma potente remate, tão bem colocado que era indefensável para qualquer guardião. A 2” do final do primeiro tempo, um jogador do HCPR apareceu isolado e encerrou o marcador em 0 – 3.
Depois do intervalo, o Académico entrou decidido em alterar o rumo dos acontecimentos. Quem deu o primeiro passo foi Carlos Esteves ao marcar o primeiro para a sua equipa através de um grande remate ao ângulo. Sem querer descansar à sombra do resultado, o HCPR marcou o quarto golo logo de seguida. Acabado de entrar, Diogo Cadavez surgiu isolado e num arraste de bola perfeito soube como enganar o guarda-redes adversário.
Aos 11”, o Académico relançou a partida ao conseguir marcar o 3 – 4. Mas a sorte não estava do seu lado. Por ter atingido a 10ª falta, a equipa transmontana cedeu um livre direto que o Paço do Rei não desperdiçou, marcando o quinto golo. Logo após, fez o 3 – 6 e quando tudo parecia estar perdido, os jovens academistas deram a volta por cima. Com uma extraordinária força de vontade, o recém-chegado Gil conseguiu, na sua estreia, marcar o quarto golo para a sua equipa. A 3” do final do tempo regulamentar, na décima falta dos visitantes, o CAB soube aproveitar o livre directo e Carlos Esteves, chamado a converter, fez o 5 – 6.
Tudo parecia ser possível e com as emoções ao rubro o CAB bem que tentou inverter a margem negativa de um golo, mas sem sucesso. Em destaque, ficou a notável exibição do conjunto academista, que na ausência da vitória, merecia, pelo menos, o empate.

 

  

DERROTA DEMASIADO PESADA


INFANTIS

Clube Académico de Bragança 1
Hóquei Clube Paço do Rei 5


Estádio: Pavilhão Municipal de Bragança
Árbitro: Filipe Silva
Equipas:


CAB: Tiago Gonçalves (GR); Jorge Diz (CAP); Cristiano Cunha, Luís Alves, João Gomes, Rodrigo Minhoto, Pedro Cordeiro, Hugo Fonseca, Vicente Gomes (GR).
TREINADOR: FERNANDO SEQUEIRA

HCPR: Rui Pedro (GR); Ricardo Canelas, Luís Esteves (CAP); Bernardo Oliveira, Rui Francisco, Rafael Saraiva, Ricardo Mendes (GR); Nelson Costa, Diogo Silveira, Mariana Teixeira.
TREINADOR: RICARDO DUARTE
 Ao intervalo: 1 – 2
Golos: Diogo Silveira, Bernardo Oliveira, João Gomes, Diogo Silveira (x3).
Individualismo de alguns jogadores acabou por prejudicar o CAB, que perdeu 1 – 5 contra o Paço do Rei

Os infantis do Clube Académico de Bragança (CAB) receberam o Hóquei Clube Paço do Rei (HCPR) pelas 15 horas de sábado. Apesar de serem maiores, quer em idade, quer em estatura, os visitantes depararam-se com sérias dificuldades impostas pelos academistas. Mesmo assim, a equipa de Mafamude, Vila Nova de Gaia, conseguiu marcar por duas vezes, ainda na primeira parte. Mas o CAB, através de João Gomes, reduziu a vantagem para um golo antes do intervalo, fazendo antever uma segunda parte onde tudo podia acontecer.
O equilíbrio entre as duas formações foi uma constante e o jogo foi verdadeiramente disputado do princípio ao fim. Apesar da insistência do Académico, o Paço do Rei marcou novamente, o terceiro, logo ao minuto dois do segundo tempo, ampliando a vantagem no marcador. Aos 5”, o guarda-redes brigantino, Vicente, foi substituído pelo suplente Tiago Gonçalves, que não deixou os seus créditos em mãos alheias ao continuar a bela exibição iniciada pelo seu colega número 10.
Com o resultado em 1 – 3, o Académico poderia ter marcado o segundo golo aos 9”, mas Cristiano falhou uma grande penalidade que podia ter relançado o jogo. A formação da casa dispôs ainda de várias oportunidades de ouro, algumas com jogadores isolados frente ao guarda-redes adversário, mas o individualismo de alguns elementos impediu o Académico de fazer mais e melhor.
Nos instantes finais, o melhor jogador em campo, Diogo Silveira, marcou mais dois golos para a sua equipa, num total de quatro da sua conta pessoal. O primeiro, a 1” do fim, resultou de um potente remate, enquanto que o segundo golo, a 4 segundos do encerrar do pano, derivou de um contra-ataque rapidíssimo que apanhou o CAB desprevenido, deixando o resultado final em 1 – 5.
Quanto ao individualismo de alguns jogadores, Fernando Sequeira, que neste jogo substituiu o treinador dos infantis, Tiago Asseiro, que não pôde estar presente, defendeu ser natural nestas idades. “Alguns jogadores têm ritmos diferentes, até de crescimento, e essa questão do individualismo vai-se ultrapassando com os treinos”, concluiu o técnico dos juvenis.


AO MAIS ALTO NÍVEL


JUVENIS

Clube Académico de Bragança 2
Clube Desportivo da Póvoa       5

Pavilhão Municipal de Bragança

Equipas: 

CAB: Ricardo Gama (GR), Carlos Esteves, Mário Lopes, Alexandre Santos, João Benites, Vítor Minhoto (CAP); Nuno Minhoto.
TREINADOR: FERNANDO SEQUEIRA


CDP: João Barroso (GR), Luís Sá, Gonçalo Rodrigues, João Pereira, Nuno Pinto, Miguel Correia, David Lima, Carlos Ferreira (CAP); Vítor Braga.
TREINADOR: ANTÓNIO ARAÚJO

Ao intervalo: 1 – 2
Golos: Miguel Correia, David Lima, Carlos Esteves, Carlos Ferreira, David Lima, Carlos Ferreira.


Apesar da derrota por 2 – 5 contra o primeiro classificado, o CAB demonstrou que está no bom caminho


Foi de grande categoria o jogo que aconteceu sábado no Pavilhão Municipal da capital do nordeste. O Clube Académico de Bragança (CAB) recebeu o Clube Desportivo da Póvoa naquela que foi a terceira jornada do Campeonato Distrital de Juvenis. Numa primeira parte deveras equilibrada contra o líder da tabela classificativa, a equipa da casa entrou disposta a dar o tudo por tudo, sem medo e com a nítida aspiração de vencer. Apesar de muito disputada, os visitantes marcaram os dois primeiros golos, mas, ainda antes do intervalo, Carlos Esteves levantou a bola numa jogada individual de génio e com o stick empurrou ela para dentro da baliza adversária. No descanso após 20 minutos intensos e de uma qualidade indiscutível, o resultado de 1 – 2 deixava antever um segundo tempo onde tudo podia acontecer.
Sem grandes opções no banco e apesar de estar a defrontar uma equipa com jogadores um ano mais velhos e com maior tamanho, o CAB decidiu tentar a sua sorte, mas, ao fazê-lo, a formação da Póvoa, sobretudo, em contra-ataque e remates de longe, conseguiu ampliar a vantagem no marcador. Assim, a tentativa de inverter o resultado negativo não resultou para os academistas que viram o seu adversário marcar três golos nos últimos 5 minutos. O CAB ainda conseguiu marcar o segundo por Vítor Minhoto já bem perto do fim.
“Foi um jogo muito emotivo, onde o Académico se bateu muito bem. Não temos é os mesmos argumentos por os nossos jogadores serem mais novos e estarem no seu primeiro ano como juvenis”, referiu o técnico brigantino, que conta na sua equipa com alguns jogadores que ainda são, apenas, iniciados. “O resultado esteve incerto até ao fim. Depois, arriscámos, começámos a marcar em cima para recuperar a bola e ver se fazíamos o empate, e acabamos por sofrer”, concluiu Fernando Sequeira.
De salientar a excelente exibição de Ricardo Gama. O guarda-redes do Académico evitou por diversas vezes golos quase certos e mostrou uma força de vontade, técnica e instinto fenomenais.


19 de abril de 2012

A GRIPE CONTRA-ATACA

Só com um dos habituais titulares, o CAB deu réplica ao Gulpilhares ao perder somente por 2 golos de diferença


Teve início no primeiro fim-de-semana de Março o Torneio de Encerramento para os infantis do Clube Académico de Bragança (CAB). No seu primeiro jogo, os academistas perderam, em casa, por 0 – 5 contra o Fânzeres. Uma forte equipa que ficou em terceiro lugar da tabela classificativa no último campeonato. Nesta partida, apesar da derrota do CAB, foi possível constatar uma melhoria crescente na dinâmica de jogo e na circulação de bola. Muitas das oportunidades falhadas foram-no devido, em grande parte, à excelente exibição do guarda-redes adversário.
No encontro de domingo, o Académico foi muito fragilizado a Gulpilhares perder por 7 – 5. Alguns jogadores importantes da formação alva e negra estiveram ausentes por causa do vírus da gripe e o CAB apenas pôde contar com um dos seus habituais titulares. “Este campeonato vai servir para introduzir mais novos jogadores que para o ano serão infantis e melhorar a classificação do último campeonato”, sublinhou o técnico academista, Tiago Asseiro.


15 de fevereiro de 2012

ESCOLARES EM ACÇÃO

ESCOLARES
Pavilhão Municipal de Bragança


Clube Académico de Bragança         8
Vigorosa         2

CAB: Diogo Brás (GR); Gonçalo Sobral, Filipe Cruz, Guilherme Vaz, João Fernandes, João Pires, Rodrigo Minhoto, Gonçalo Baptista, Hugo Fonseca e Rui Costa (GR).
TREINADOR: PEDRO RODRIGUES

Vigorosa: Tiago Martins (GR); Bruno Campanhã, João Machado, João Lopes, Miguel Afonso, Francisco Gonçalves, Rafael Terra (GR); Afonso Ferreira e Vasco Ladeiras.
TREINADOR: RUI GOMES
 
 
 
Vitória fácil por 8 – 2 da equipa mais jovem do Académico que recebeu o Vigorosa este domingo.

Bem pequenos, mas já com vontade de vencer. Isso demonstraram os escolares do Clube Académico de Bragança frente ao Vigorosa na última jornada da primeira volta. E se havia quaisquer dúvidas, o resultado final de 8 – 2 foi bem explícito ao dissipá-las. A superioridade da equipa da casa foi sempre uma constante ao longo dos quatro tempos e aos visitantes não lhes foi dada nenhuma hipótese de contrariar o espírito lutador dos brigantinos.
Pior estiveram os técnicos de ambas as formações que, ao discutirem alto e bom som, não souberam dar o exemplo aos seus pupilos que, intrigados, presenciaram a desavença. Talvez tenha sido algo originado pela falta de um árbitro capaz de pôr ordem nos bancos. “Ao estarmos tão longe do centro da Associação de Patinagem do Porto, ultimamente, quando há um jogo só, já nos aconteceu, pelo menos duas vezes, em que árbitro não aparece”, contou Pedro Rodrigues. De acordo com o treinador academista, o regulamento prevê a substituição do árbitro por alguém que esteja presente e que tenha conhecimentos específicos de hóquei em patins. Foi o que aconteceu este domingo. Um jogador dos juvenis do Vigorosa foi o escolhido para apitar o encontro.  
“Nestes jogos, o resultado conta muito pouco. Mas os miúdos mostraram a sua evolução que, depois, se traduziu no resultado. Fiquei muito satisfeito com o desempenho deles hoje, em termos de jogo colectivo”, salientou o técnico da formação vencedora.

18 de janeiro de 2012

AO RUBRO

INICIADOS
Pavilhão Municipal de Bragança
Árbitro: Sofia Ferreira

Clube Académico de Bragança 4
Gulpilhares        5
Ao intervalo: 1 – 2
 CAB: Nuno Minhoto (GR); Carlos Esteves (CAP); Fernando Madureira, João Benites, Pedro Padrão, Guilhermino Carvalhinho, Diogo Cadavez.
TREINADOR: TIAGO ASSEIRO

Gulpilhares: Nelson Oliveira (GR); Ricardo Lourenço, Pedro Martins, José Freire, Mauro Pinto, Diogo Granja, Rodrigo Silveira, Francisco Pinto, Miguel Monteiro (CAP); André Couto (GR).
TREINADOR: PEDRO PRÓSPERO
Num dos melhores e mais disputados jogos do campeonato, o Gulpilhares venceu, mas não convenceu

Foi, sem sombra de dúvidas, uma das partidas mais entusiasmantes dos últimos tempos. Depois de um jogo sem história dos infantis, veio, logo de seguida, o jogo com mais história de sempre dos iniciados. Só o resultado final é que poderia e deveria ter sido outro. Mas comecemos pelo princípio. Frente a frente, Clube Académico de Bragança (CAB) e Gulpilhares.
Os visitantes inauguraram o marcador logo no primeiro minuto, mas os pupilos de Tiago Asseiro conseguiram empatar, merecidamente, o encontro aos oito minutos. Antes do intervalo, a formação gaiense ainda viria a marcar o segundo, levando a vitória temporária para os balneários. No segundo tempo, o CAB entraria muito melhor que o seu adversário e aos cinco minutos empatou, de novo, o jogo. Num claro ascendente, proporcionado, em particular, por Carlos Esteves e Fernando Madureira, que marcaram dois golos cada, a equipa brigantina viria a superiorizar-se com mais dois golos, deixando o resultado em 4 a 2 a cinco minutos do final. E quando tudo parecia decidido, o CAB perdeu a calma necessária e entregou, por diversas vezes, a bola ao seu oponente. O Gulpilhares não desperdiçou tamanhas oferendas e inverteu com todo o mérito o resultado para 4 a 5.
“Repetiu-se a história que aconteceu em Gaia, onde vencíamos por duas bolas e, simplesmente, não conseguimos aguentar a pressão. Mas, também, falhámos muitas oportunidades”, resumiu o técnico brigantino, que considerou a derrota “injusta”.




SEM QUALQUER HIPÓTESE


INFANTIS
Pavilhão Municipal de Bragança
Árbitro: Sofia Ferreira
Clube Académico de Bragança 0
Gulpilhares        13
Ao intervalo: 0 – 7
CAB: Vicente Gomes (GR); Jorge Diz (CAP); Cristiano Cunha, Luís Alves, João Gomes, Rodrigo Minhoto, Gonçalo Raposo, Pedro Cordeiro, Hugo Fonseca, Tiago Gonçalves (GR).
TREINADOR: TIAGO ASSEIRO
Gulpilhares: André Bastos (GR); Bárbara Pinto, João Pereira, João Martins, João Costa (CAP); Simão Bastos, Bruno Pereira, Vladimiro Ribeiro, João Pereira, David Coelho (GR).
TREINADOR: FERNANDO ALMEIDA
A superioridade do Gulpilhares não deixou margem para dúvidas ao derrotar o CAB com 13 golos sem resposta

Na abertura da tarde de hóquei de domingo, estiveram os infantis do Clube Académico de Bragança num jogo sem história. Contra o Gulpilhares, uma das melhores equipas do campeonato, os pupilos transmontanos nada puderam fazer. Sem argumentos, a equipa da casa já perdia ao intervalo por 0 a 7. No final, os visitantes gaienses impuseram o resultado pesado, mas justo, de 0 – 13. “Foi um jogo muito desequilibrado, onde até começámos bem nos primeiros cinco minutos, em que não sofremos qualquer golo, mas sabíamos que estávamos a defrontar uma das melhores equipas em competição”, adiantou o técnico brigantino.
O Gulpilhares é reconhecido nacionalmente pela qualidade das suas escolas e a formação de infantis não é excepção, atestando a regra. Jogadores rápidos com uma técnica excelente fizeram do CAB o que quiseram. Então, em contra-ataque, não costumam mesmo falhar e deixar os seus créditos em mãos alheias. E foi isso que aconteceu no encontro, já que mais de metade dos golos marcados pela formação gaiense resultaram precisamente de jogadas de contra-ataque. Ao contrário dos jovens brigantinos que na transposição defesa ataque não souberam ser bem sucedidos. Na opinião de Tiago Asseiro, falta à sua equipa competição. “São todos muito jovens, inexperientes e só temos um jogador que já é de terceiro ano. Falta, também, a matreirice que existe nas equipas da Associação de Patinagem do Porto”, defendeu o treinador brigantino.


17 de janeiro de 2012

MAIS PERTO DO FIM



INFANTIS

Fânzeres 10 – 3 Clube Académico de Bragança
Ao intervalo: 6 – 1


INICIADOS

Fânzeres 4 – 0 Clube Académico de Bragança
Ao intervalo: 1 – 0

A quatro jornadas do final do campeonato, a arbitragem continua a prejudicar o CAB
 
Logo numa das primeiras jogadas do encontro, os infantis do Clube Académico de Bragança (CAB) conseguiram inaugurar o marcador. Mas o Fânzeres não se deu por vencido, conseguindo recuperar e virar o resultado. “Têm uma equipa muita boa e ainda há pouco tempo conseguiram ganhar ao Porto”, referiu o técnico academista, Tiago Asseiro. O adversário dos jovens brigantinos foi, depois do primeiro golo, claramente superior e chegou ao intervalo a vencer por 6 a 1. Resultado final de 10 a 3 num encontro sem muita história.
No jogo seguinte, os iniciados entraram em campo. Depois de, na primeira volta, terem empatado, esperava-se uma disputa muito equilibrada. Sobretudo, no regresso de Carlos Esteves à equipa, após suspensão disciplinar por quatro jogos, num castigo que, inicialmente, era de oito, mas que foi reduzido posteriormente. 
No primeiro tempo, o CAB esteve muito bem criando várias oportunidades de golo, mas o guarda-redes adversário esteve melhor, defendendo tudo naquela que foi uma excelente exibição. O único golo antes do descanso seria mesmo marcado por João Benites na própria baliza. Um auto-golo que deu, ao intervalo, a vantagem mínima para o Fânzeres.
E foi nos últimos cinco minutos do encontro que os academistas, ao subirem as suas linhas, viram o feitiço virar-se contra o feiticeiro. Os visitados marcaram o segundo e no lance mais polémico do jogo está o terceiro golo. Só o árbitro viu a bola entrar. O quarto e último golo resultou de uma grande penalidade a favor do Fânzeres.
No próximo fim-de-semana, a quatro jornadas do fim, ambas as formações academistas receberão o Gulpilhares. O primeiro jogo com os infantis será domingo pelas 15 horas. Os iniciados entrarão em cena logo de seguida no pavilhão municipal de Bragança.


8 de dezembro de 2011

SEM A NATA DA EQUIPA


Lavra     13
Clube Académico de Bragança  1
Ao intervalo: 6 – 0


CAB: Nuno Minhoto (GR); Fernando Madureira, Diogo Cadavez, João Benites, Guilhermino Carvalhinho, Luís Alves (GR).
TREINADOR: TIAGO ASSEIRO

 
Ausência forçada de dois dos seus melhores jogadores deixa os iniciados do CAB em maus lençóis

A partilhar a posição injusta dos infantis, estiveram os iniciados com os mesmos quatro jogadores de campo, não passíveis de substituição. Mas, ao contrário dos mais novos, os iniciados academistas não venceram a oposição matosinhense. Ao intervalo, já perdiam por 6 a 0 e, no final, o marcador desenhava uma derrota de 13 a 1.
Contando, apenas, com jogadores de primeiro ano e sem dois dos seus melhores elementos, Pedro e Carlos, Tiago Asseiro não pôde alternar a equipa, bem como intervir a nível táctico. Assim, só restou ao treinador observar, impotente, a sua formação a ser manietada por uma constante e clara falta de opções, que lhe permitissem alterar o rumo dos acontecimentos. Os jogadores eram tão poucos que Luís Alves, dos Infantis, teve de subir de escalão para vestir o papel de guarda-redes suplente, sendo ele um jogador de campo e não de baliza.
Recorde-se que, na penúltima jornada, Pedro Padrão fracturou o braço no jogo contra o Valongo e, ainda, se encontra em recuperação. Já Carlos Esteves, no último encontro para o campeonato, em que o CAB defrontou o Paço Rei, foi expulso e castigado com oito jogos de suspensão. Uma “situação” que o técnico considera tanto “injusta” como “absurda”. “O Carlos só atirou com a bola e, no relatório, o árbitro considerou que ele o havia tentado agredir. Numa situação idêntica, um jogador da Póvoa do Varzim apanhou três jogos de suspensão”, expõe, em total desacordo com a decisão tomada.
Mesmo inferiorizado, quer em número, quer em qualidade, o CAB aguentou-se por dez minutos sem sofrer um único golo. O primeiro do Lavra aconteceria só a cinco minutos do intervalo. “Estávamos a defender muito bem na primeira parte, mas a partir do golo deles os nossos miúdos desconcentraram-se, ficaram nervosos e em cinco minutos sofremos seis golos”, descreve Tiago Asseiro. “Foi o descalabro!”, acrescenta.
A segunda parte foi mais do mesmo, na versão do técnico, com a agravante dos seus pupilos estarem já cansados devido ao crescente esforço físico. O Lavra acrescentou mais sete à sua conta pessoal de terceiro classificado no campeonato e, por parte do Académico, João Benites marcou aquele que viria a ser o único golo da sua equipa.

7 de dezembro de 2011

VITÓRIA DIFÍCIL, MAS JUSTA


Lavra de Matosinhos 1
Clube Académico de Bragança  2
Ao intervalo: 1 – 2

CAB: Vicente Gomes (GR); Jorge Diz, Cristiano Cunha, Gonçalo Raposo, Pedro Cordeiro, João Gomes (GR).
TREINADOR: TIAGO ASSEIRO
 
Sem qualquer jogador de campo suplente, os infantis do CAB conseguiram triunfar sobre o Lavra por 2 a 1

O Clube Académico de Bragança (CAB) levou os seus pupilos a Matosinhos para defrontarem o Lavra no domingo. Com, apenas, seis atletas disponíveis, o banco dos infantis estava completamente desfalcado. Isto porque o guarda-redes suplente, Tiago Gonçalves, se havia lesionado no dedo durante o treino de segunda-feira passada. Depois, Luís Alves também não pôde integrar a sua formação, dado que teve de se equipar de guarda-redes para jogar pelos iniciados. Como a utilização de dois guardiões é obrigatória, João Gomes cumpriu um papel que não o dele, ao equipar-se de guarda-redes para se sentar no banco.
Apesar de tantas condicionantes de peso, como serem somente quatro jogadores de campo sem a possibilidade de substituição para descanso ou alteração de táctica, os jovens brigantinos conseguiram marcar dois golos logo nos primeiros cinco minutos. Jorge Diz inaugurou o marcador e, de seguida, Pedro Cordeiro completou o ciclo ao inscrever o segundo nas malhas adversárias. A formação matosinhense ainda conseguiu o tento de honra antes do intervalo, mas no último tempo o resultado manteve-se inalterável.
Nas palavras do treinador, alcançou-se uma vitória justa, dada a exibição da sua equipa, mas extremamente complicada. “Controlámos o jogo do início ao fim e soubemos manter a bola sempre longe da nossa baliza. As melhores ocasiões de golo pertenceram-nos, mesmo na segunda parte”, resumiu Tiago Asseiro, que soube impor eficazmente a sua estratégia sobre o adversário. Com esta vitória, o Académico subiu um degrau ao conquistar a sétima posição na tabela classificativa, anteriormente ocupada pelo Lavra, que passou, agora, para o oitavo lugar.