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5 de agosto de 2012

DESTINO: FARO

Dezenas de motards brigantinos rumam até ao Algarve todos os anos para aquela que é considerada uma das melhores concentrações europeias de Verão 

Quase vinte mil pessoas passaram pela 31ª Concentraçao Internacional de Motos de Faro, que decorreu entre 19 e 22 de Julho. Da capital do nordeste parte todos os anos, sem excepção, um conjunto de amigos de motards que vive intensamente a paixão pelas duas rodas. O grupo  organizado com cerca de 16 elementos, todos de Bragança, dividiu-se em dois.  Sendo que, o primeiro partiu na quarta-feira, para tratar da logística do acampamento. Este ano, o responsável pela preparação e delimitação do espaço foi o professor António Sá. Com 700 quilómetros sobre o asfalto de Bragança a Faro, o segundo grupo constituído por seis motards partiu na quinta-feira, pelas 9:30, e passou por Lisboa, onde se juntaram mais cinco motards que, apesar de estarem na capital a trabalhar, são transmontanos. Depois de um almoço para retemperar forças na Ericeira, seguiram em conjunto para Faro onde chegaram por volta das 21 horas. Aí reuniram-se com o restante grupo que havia partido antes e que guardou o espaço onde todos pernoitaram durante as várias noites do evento.
Em termos de logística, os motards brigantinos levaram pouco mais que uma tenda e um saco-cama. “Quando chegámos já tínhamos o sítio guardado pelo grupo que foi no dia anterior. Só levámos as tendas e os euros no bolso”, afirmou Rui Martins, que fez o balanço da concentração: “achei que havia menos motas e vi muitos grupos a irem de carro para dividirem as despesas da gasolina e portagens. Faro vale sempre a pena, pois é um local onde vês todo o tipo de gente e é muito interessante. Depois, há excelentes concertos e muita animação”. Para o proprietário de uma Yamaha FJR 1300, a sua noite preferida foi a de sábado, em que actuou Billy Idol. “Foi fantástico!”, referiu Rui, que já marca presença na concentração de Faro há 10 anos, tendo só falhado uma ou duas pelo meio.
Para além do músico britânico, já com 61 anos, estiveram em palco também Apocalyptica, Aurea, GNR, WarCry e Noidz.
Sérgio Afonso foi outro dos motards que partiu na quinta-feira para Faro. “No recinto havia de tudo: restaurantes, concertos, bares, bebidas, não faltava nada. Agora, durante o dia, optávamos por sair e como somos transmontanos, aproveitávamos para fazer praia e íamos para a ilha de Faro”, sublinhou. Dono de uma Honda GoldWing, foi pela primeira vez em 2005, numa altura em que a Concentração de Faro, uma das mais emblemáticas do país, comemorava os seus 25 anos, as suas bodas de ouro.“No próximo ano, voltarei a fazer todos os esforços para poder ir, se bem que a conjunctura está um bocado difícil. Ir a Faro é muito caro, muito mesmo”, destacou. Os dois amigos, Rui e Sérgio gastaram ambos uma média de 500 euros de orçamento para poderem ir à Concentração.  “Este ano, fruto da crise, decidimos fazer a viagem de regresso pelo país vizinho para tentarmos poupar um pouco mais em portagens e também em combustível. Andámos mais 150 km, mas a viagem compensa. Só o facto de ser sempre auto-estrada é que acaba por maçar um bocadinho mais”, concluiu Sérgio, que continua a recomendar ”vivamente” aquela que, para ele e para muitos, continua a ser uma das melhores concentrações a nível internacional.
Os motards Sérgio Afonso e Rui Martins


26 de julho de 2012

À DESCOBERTA DE PORTUGAL

Motards franceses e emigrantes portugueses a caminho do Algarve para a XVII Concentração de Goldwings escolhem Bragança como ponto de passagem.

Cerca de dez elementos do GoldWing Club de France da região de Auvergne – Limousin decidiram marcar presença na Concentração Internacional de GoldWings em Lagos, no Algarve. Com saída no sábado de Montpelier, os motards passaram a noite na fronteira franco-espanhola, mais concretamente em Henday. Logo pela manhã deram a partida em direcção a Bragança onde chegaram por volta das 17 horas.
“Viemos por esta belíssima cidade, onde iremos passar a noite, em consideração ao presidente do MotoCruzeiro, Francisco Vara”, afirmou Hélder Vale. Este português da região transmontana emigrado em Paris há 38 anos ajudou ao traçar da rota na expectativa de rever alguns dos seus velhos amigos.
Mas não foi só ele a fazer com que o grupo constituído maioritariamente por franceses escolhesse este trajecto. Também Michele Hermeline optou por convencer os seus colegas, dado o historial que desenvolveu com o nosso país, em particular com esta região. “É fantástica”, justificou entusiasmado. Ele que já esteve em território nacional por quatro vezes, uma das quais numa vinda à Concentração de Bragança e outras duas por ocasião da Concentração Internacional de GoldWings, uma em Figueira da Foz e outra em Quarteira. 

Com alguns motards acompanhados pelas suas esposas, o grupo perfazia o total de 16 pessoas. Ao chegarem a Bragança, a sede era tanta que a primeira paragem foi no bar do moto clube da cidade. Seguiu-se o jantar no restaurante Lagarelhos, que apadrinhou esta iniciativa, providenciando também o almoço de segunda-feira. Depois do apetite saciado, os “wingers” (nome dado aos motociclistas de Goldwings) deram um breve passeio pelas ruelas e avenidas parando em alguns dos sítios mais emblemáticos como a Praça da Sé. Um passeio que só terminou no castelo da cidade, onde o grupo aproveitou para socializar num dos bares locais.
Hospedados no Hotel S. Lázaro, os motards arrancaram depois de almoço em direcção ao Porto, onde passaram a noite de segunda-feira. A paragem seguinte será em Lisboa e a viagem só terminará na quarta com a chegada a Lagos. Organizada pelo Goldwing Clube de Portugal, a concentração decorrerá de 8 a 10 de Junho, sendo que, cada ano, tem uma localização diferente.
 “Esta é a primeira vez que vimos a Portugal, mas queríamos realmente conhecer o país. Vimos para passear, comer e beber bem”, resumiu o presidente do Goldwing Club de Auvergne- Limousin, Jean Pierrre, que conta na actualidade com, aproximadamente, 50 elementos.

23 de novembro de 2011

ENCONTROS PROLONGADOS

Paixão automóvel conduz encontros de clássicos e desportivos pelo rigoroso Inverno transmontano

O Castelo de Bragança serviu de palco, mais uma vez, aos amantes e aficionados dos automóveis de outras gerações. Num domingo solarengo, o 6º Encontro de Clássicos e Desportivos trouxe uma novidade consigo. Aquela que seria, supostamente, a despedida deste género de iniciativas, pelo menos, até Abril, vai continuar Inverno adentro. “Parece que o pessoal quer, temos de lhe fazer a vontade e pensou-se continuar agora, no meio do frio e da neve. Vamos lá ver…”, referiu um dos principais impulsionadores do evento, Germano Domingues.
Com condições meteorológicas adversas como a neve, a geada ou a chuva, para as quais a maior parte das viaturas não está preparada, torna-se mais traiçoeiro andar na estrada e o risco é sempre muito maior. “Realmente é complicado! Tanto é que queríamos parar até Abril! Mas o pessoal quer continuar e estamos aqui para isso. Esperamos, pelo menos, que os dias dos eventos sejam bons”, adiantou o homem da Auto-Rujo. Certo é que estes encontros realizados no primeiro domingo de cada mês têm-se revelado um autêntico sucesso. “Os participantes têm aumentado de mês para mês e o pessoal que nunca andou nestas andanças tem aderido e chegado até nós e, pronto, estamos de parabéns”, confirmou Germano Domingues.


Pelas 11 horas, eram cerca de 30 os automóveis em exibição, “mas ainda há pessoal aí a chegar”, garantiu um dos participantes. Algumas das antiguidades presentes, faziam luzir os olhos de jovens e graúdos, adeptos deste passatempo automóvel que alguns consideram arte. “Em termos de antiguidades, temos um Austin A35, este joaninha que é, ainda, mais antigo e um 190 SL… Temos carros de grande interesse como alguns desportivos com nome da década de 80. Alguns inclusive, já participaram em provas e isso dá-lhes um certo valor”, revelou Germano Domingues.
Seguiu-se um almoço de confraternização entre todos os convivas, na sua maioria, movidos pela paixão automóvel. O próximo encontro de Clássicos e Desportivos está previsto acontecer a 4 de Dezembro.




27 de fevereiro de 2010

DUPLA IMBATÍVEL

Campeões nacionais regressam na máxima força e vencem o Rali TT Serras do Norte em Macedo de Cavaleiros, a primeira etapa do campeonato

Com uma prova controlada do princípio ao fim, a dupla Filipe Campos e Jaime Baptista (BMW X3), sagrou-se vencedora na 18º edição do Rali Todo-o-Terreno Serras do Norte, a primeira etapa do Campeonato de Portugal de TT 2010, disputada nos dias 19 e 20 de Fevereiro e organizada pelo Motor Clube de Guimarães.
“Correu tudo bem num traçado que é do meu agrado e resultou numa vitória. Também foi um bom teste ao carro, numa prestação que foi sempre concentrada, mas não andei a 100 por cento. Vim à procura de uma vitória e o objectivo está cumprido”, afirmou o vencedor.
Os campeões nacionais, em título, não deram qualquer hipótese à concorrência, estando sempre no comando das operações. Aproveitaram, ainda para dilatar a sua vantagem quando alguns dos seus maiores adversários tiveram problemas, averbando assim o seu primeiro triunfo nesta prova:
A passagem dupla pelo Sector Selectivo de Macedo de Cavaleiros implicou algumas mudanças significativas na classificação, fruto de alguns problemas sentidos pelos pilotos. No final, José Dinis Lucas/Luis Tirano (Mitsubishi Pajero) ficaram com o segundo lugar, depois de uma prova sem grandes contratempos, a não ser no final, devido ao sobreaquecimento do motor. Miguel Veloso/Filipe Martins (Nissan Navara) ficaram no terceiro lugar, efectuando uma prova em crescendo e levando para casa o triunfo no Agrupamento T8.
Paulo Sousa/Manuel Porém (Mistubishi Pajero, foram quartos, enquanto Bernardo Moniz da Maia/Joana Sotto-Mayor (BMW X3), depois de um princípio de incêndio, um furo e uma falha de travões, ficaram em nono lugar.
João Pedro Pais/João Rato, levaram de vencida o Desafio ELF/Mazda, tendo em Bruno Oliveira/Bruno Fernandes, os seus maiores adversários. Quando o despique estava aceso entre as duas equipas, a equipa dos Açores ficou apenas com tracção atrás e teve que se contentar com a segunda posição.



23 de fevereiro de 2010

REAL CLÁSSICO INTERNACIONAL

Circuito de Vila Real apresentado em Lisboa com envolvência institucional no redline


Em Janeiro, o 43º Circuito Automóvel de Vila Real foi apresentado na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), onde estiveram presentes diversas personalidades nacionais. A destacar Ricardo Silva, director de Marketing do Autódromo do Algarve, que é considerado, actualmente, um dos melhores autódromos do mundo; também os seus dois pilotos de referência, Tiago Monteiro e Manuel Gião, e ainda a prestigiante presença de Rodrigo Gallego, único português a sagrar-se Campeão do Mundo de Fórmula 1 Clássicos.
O Vice-Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Domingos Madeira Pinto, afirmou que “a autarquia está empenhada em elevar este acontecimento ao mais alto patamar do desporto automóvel, porque a cidade está preparada para receber os milhares de visitantes e este não é apenas um projecto regional, mas também um acontecimento nacional que eleva o bom nome do País”.
Haverá várias novidades, neste próximo circuito, onde correm alguns dos melhores pilotos da Europa em carros que desafiam os limites da velocidade, aos níveis da promoção e da animação, mais rigor ao nível da estruturação orgânica e, também, ao nível das competições proporcionadas ao público presente.
O Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e também Presidente da Agência de Promoção Externa da Região Norte, Melchior Moreira, mostrou-se “orgulhoso por estar a apoiar um dos circuitos citadinos mais emblemáticos da Europa que honra toda a Região Norte e que mostra enorme vitalidade nesta nova era do Turismo Nacional”, reiterando ainda que este é “um evento que permite uma plataforma de promoção única, atraindo milhares de pessoas e colocando a imagem da região além fronteiras”.


Na Feira Internacional de Turismo, em Lisboa, estiveram representados mais de cinquenta países e entidades regionais de Turismo de Portugal, bem como agentes turísticos nacionais e internacionais. Presente no certame, esteve Olavo Bilac dos Santos e Pecadores, que afirmou o Circuito de Vila Real como “um grande acontecimento europeu e de grande importância para o nosso país”.
Paulo Costa, da Global Sport, congratulou-se por sentir uma “elevada vitalidade” em torno deste evento de dimensão internacional e transmitiu uma “séria confiança” no seu futuro, um que se adivinha risonho. Devido, em grande parte, ao número e à união das entidades envolvidas e responsáveis pela organização. Entre elas, destacam-se o Clube Automóvel, autarquia e Global Sport, referindo ainda o “apoio fortíssimo do Turismo do Porto e Norte de Portugal, bem como “o patrocínio de um restrito e prestigiante grupo de algumas das mais importantes empresas portuguesas”, farão com que o Circuito de Vila Real atinja “um patamar ímpar de qualidade e notoriedade”, declarou o responsável.

8 de setembro de 2009

MURÇA COM REAL 4X4 AVENTURA

Atitude nobre de piloto inglês que, em segundo lugar, auxiliou Gerardo Sampaio, abdicando da vitória por desportivismo e permitindo que o piloto vimaranense se sagrasse vencedor

Numa terra de inconfundível substância paisagística e que reúne condições singulares para a prática de todo o terreno, a Vila de Murça recebeu, de 1 a 6 de Setembro, pelo sétimo ano consecutivo, mais uma edição do prestigiante “Extreme Murça 2009”, realizado num cenário agreste de rara beleza natural.
Numa das provas de sábado, último dia da competição, Gerardo Sampaio e o seu co-piloto, que iam em primeiro lugar, tiveram um infortúnio e o seu Nissan ficou imobilizado. Valeu Jim Marsden que parou para prestar auxílio, emprestando a sua máquina de soldar, enquanto que o seu co-piloto,Mark Birch soldou o eixo. Este acto nobre de desportivismo permitiu a Gerardo sagrar-se campeão, enquanto que o inglês num Land Rover ficou com o segundo lugar, caso não tivesse parado, a equipa inglesa, seria vencedora. O terceiro lugar foi também para uma equipa portuguesa, Vasco Silva e Monteiro, ao volante de um Freelander.
Murça almejou estatuto, merecidamente, tornando-se num bastião do 4X4, onde 27 das 30 equipas permitidas, constituídas por dois elementos cada, oriundas de sete países, entre eles, Espanha, Portugal, Inglaterra, França, Alemanha e arquipélago das Canárias, vieram preparadas para a árdua tarefa de conquistarem um lugar no pódio, numa das provas mais duras, bem organizadas e competitivas de Trial 4x4, aventura em todo-o-terreno.Com uma extensão a rondar os 200 quilómetros, o trajecto era composto, em grande medida, por percursos de difícil transposição, tido os concorrentes apenas a noite quinta-feira (dia 3) para um merecido, mas encurtado descanso. Isto porque, as sete super-especiais (SS) que tiveram lugar nesse dia na Ribeira d´Aila, entre Monfebres e ponte do Franco, demoraram mais que o previsto, prolongando-se por uma noite já cerrada.
A destacar neste final de tarde, a SS17, que teve sob a ponte da aldeia de Varges um cenário pejado de assistência e com uma polémica à mistura, dado que, muitos dos pilotos, exceptuando os primeiros, contornaram parte do percurso (ou uma “porta”, termo técnico), pela dificuldade que lhe era inerente e porque mesmo ultrapassando-o, as probabilidades de se cometerem penalizações traduzidas em pontos ou danificar elementos vitais da viatura, eram tão elevadas que “não compensava o esforço”, diziam uns, ou então “é uma questão matemática”, diziam outros. No entanto, Gerardo Sampaio, de Guimarães, o primeiro a arrancar nesta SS17, mostrou o verdadeiro espírito de aventura superando o obstáculo de forma guerreira, levando o motor do seu 222 ao extremo e desafiando a força da gravidade.
Comparável ao mítico Camel Trophy, a região de Murça tem nos seus percursos características tão peculiares, tecnicistas e amazónicas, que estes são elogiados, desde a sua primeira edição em 2003, pois testam ao limite todas as capacidades humanas e mecânicas dos seus intervenientes. Este ano, devido ao seu alto nível competitivo, a RAINFOREST MURÇA foi unânimamente considerada, quer por jornalistas, quer por pilotos estrangeiros, como a melhor prova do género realizada em solo europeu. Outra das características peculiares desta prova, que certamente dificultou a tarefa a todas as equipas, foi o facto de ser proibido assistência externa. Assim, em forma de prevenção, os participantes jogaram pelo seguro, levando na viatura todo o material que opinassem ser mais susceptível de contribuir para reparar potenciais avarias, realizadas obrigatoriamente pelas equipas no terreno.
As duas primeiras refeições eram tipo “ração de combate” e só no final de cada dia de provas, é que os participantes usufruíam de uma regeneradora refeição quente, todas fornecidas diariamente pela organização e servidas no acampamento. O descanso, também em acampamento, serviu, acima de tudo, para saudar o convívio e consequente estreitamento de laços entre todos, numa verdadeira prova selvagem, onde interessou, acima de tudo, o contacto com a natureza, a amizade e a paixão pelo todo-o-terreno.
No último dia, sábado à noite, das 23h as 3 da madrugada de Domingo, mais de 4000 pessoas assistiram à última super-especial que teve lugar nas portas da cidade

Organização sem reparos
A responsabilidade a nível organizativo, girou em torno de 3 pessoas: Alvaro Aznar, dirigente máximo da SinLimite Off Road, empresa encarregue de todos os pormenores organizativos; José Rodrigues, responsável por todo o perfil e dinâmica da prova, um trabalho de vários meses que incluiu road book para equipas, concorrentes, jornalistas e público; e, por último, Agostinho Pacheco, um colaborador de Guimarães e aficcionado do TT, que desempenha um papel deveras importante, sobretudo, no decorrer da prova, já que é ele que trata da relação com os concorrentes, servindo de tradutor, pois domina várias linguas. Uma organização que garantiu o sucesso de mais uma RainForest Murça e que, para isso, em seis dias, pouco ou nada dormiu. “Um esforço bem recompensado”, sublinha José Rodrigues, isto porque Murça recebeu por intermédio de quem os visitou, uma quantia na ordem dos 150.000€, investidos em comércio, restauração, produtos regionais, hotelaria e combustiveis, entre outros.

1 de setembro de 2009

AO MELHOR TEMPO

Luís Delgado, António Borges e Jaime Pires, conseguiram os três primeiros lugares da geral na Prova de Perícia – Cidade de Bragança
No dia 29 de Agosto, sábado, o Nordeste Automóvel Clube e a Câmara Municipal de Bragança imprimiram, neste ano de 2009, mais uma prova de perícia, que teve início, desta feita, por volta das 22h00, na habitual Avenida Sá Carneiro.
Numa noite de temperatura amena, propícia à prática do desporto automóvel, e com uma massa humana apetecível, os brigantinos apoiaram em força os 17 pilotos participantes no decorrer de todo o trajecto da prova, que foi dividida em três divisões. A Divisão I, para automóveis de tracção à frente (incluindo transformados), a Divisão II, para carros de tracção traseira (onde se incluem também os transformados), e por último, a Divisão III, para automóveis sem alterações de origem. Em disputa, estiveram 1500 euros distribuídos pelas três divisões ou categorias, sendo que em primeiro lugar ficou Luís Delgado, que ganhou a Geral e também a Divisão II, com o melhor tempo, 45.92 segundos, depois seguiram-se António Borges e Jaime Pires com um tempo de 46.87 e 47.38, respectivamente. Quanto à Divisão I, Jorge Almeida não deixou os seus créditos por mãos alheias e veio mais uma vez a Bragança para lutar pela vitória. Seguiram-se nesta Divisão Fernando Dias e Armando Edra. Já na Divisão III, Paulo Borges não teve oposição, tal a diferença registada no cronómetro, para os segundo e terceiro classificados, Joaquim Rodrigues e Carlos Balsa. No final da Prova de Perícia, procedeu-se à entrega de prémios no bar Lagoa Azul, onde foi visível o contentamento de pilotos e Organização. O Nordeste Automóvel Clube, no encerramento de mais um evento de desporto motorizado, aproveita para agradecer a todos os participantes, patrocinadores e Bombeiros Voluntários de Bragança, prometendo mais provas para o próximo ano e comprometendo-se a avançar, em 2010, com uma Prova Especial na Zona da Quinta da Braguinha, cujos moldes serão como habitualmente anunciados com o Calendário de Actividades do próximo ano.

31 de julho de 2009

PAIXÃO AUTOMÓVEL

Dezenas de carros admirados por centenas de pessoas naquela que foi a 3ª Concentração de Tuning do Nordeste Automóvel Clube
Bournaut, top iluminação e roncadeira, mais um desfile nocturno, compuseram o programa de 18 de Julho. No dia seguinte, decorreu a verificação dos top´s agendados, a entrega de prémios, mas foi a prova de aceleração aquela que reuniu mais audiência. Na Avenida das Forças Armadas, numa recta com 200 metros de extensão que parece ter sido desenhada para o efeito, dois carros, lado a lado, esperavam o verde do semáforo para que depois, se desse inicio ao arranque e respectiva corrida.
A cidade de Bragança brilhou, dias 18 e 19, com a 3ª Concentração NAC TUNING na Quinta da Braguinha, trazendo cerca de quarenta carros transformados, vindos das mais diversas localidades do país, que na noite de sábado foi possível apreciar, no decurso do passeio nocturno que todos os anos se faz pelas principais artérias da cidade.



Com diversos Top’s em disputa e prémios para todos eles, a Prova de Aceleração encerrou a concentração. Com vinte carros na grelha de partida divididos pelas diferentes classes, foi o estreante Cristiano Gonçalves quem se sagrou vencedor ao volante de um Toyota Starlet, tendo deixado para segundo e terceiro classificados, Paulo Almeida em Ford Escort e José Soares em Subaru Impresa, respectivamente.

Os prémios primaram pela singularidade e pelo árduo trabalho da organização que idealizou e criou os prémios atribuídos aos vencedores, à base de peças automóveis usadas coladas em bases de madeira douradas. Os prémios foram apreciados por participantes e público em geral, como tendo mais valor, já que, foram construídos de raiz.

Carros modificados, havia-os de todas as cores, de todas as marcas, com todas as alterações, desde estofos brancos e azuis, a jantes especiais, passando por carros que deitavam fumo a outros que provocavam sons ensurdecedores.
Organização esmerada cumpriu
Francisco Tiago, Daniela Vilela, Pedro Machado e Daniel Slaire, foram os elementos da secção Tuning do Nordeste Automóvel Clube que tornaram possível a realização deste evento. Um trabalho que é de louvar pois além de trazer mais gente ao Nordeste Transmontano, permite a divulgação da gastronomia, paisagens e espaços culturais da cidade de Bragança.
As pessoas responsáveis pela organização da 3ª Concentração do Nac Tuning, devem sentir-se orgulhosas por todo o trabalho desenvolvido e deve-lhes ser dado o merecido crédito na esperança de que para o ano possam levar a melhor porto, a 4ª edição deste evento, um que só glorifica a cidade e a coloca no mapa para milhares de pessoas, nacionais e estrangeiras.
José Nogueiro, presidente da direcção do NAC, agradeceu a presença de todos e a colaboração das entidades oficiais. Em representação da Câmara Municipal de Bragança, o Vice Presidente da Câmara, Rui Caseiro, elogiou o trabalho desenvolvido pelos elementos da secção Tuning, fez votos para que este evento se prolongue no tempo e que tenha um merecido lugar de destaque na nossa cidade.