21 de dezembro de 2009

150 ANOS DE CRUZ VERMELHA

Empossada nova direcção da Cruz Vermelha de Bragança que pretende construir um lar residencial para idosos

A novidade foi avançada por Joaquim Queirós, que trabalhou durante estes últimos dois anos em termos de comissão administrativa, durante a sua tomada de posse como presidente da delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa, para o próximo quadriénio 2009-2013.
A perspectiva da nova direcção é continuar a incrementar o trabalho em pilares estruturantes da instituição, que são o voluntariado e o socorrismo, sobretudo, de proximidade, na vertente de área rural.
“É vontade desta nova direcção arranjar estruturas físicas diferenciadas da actual sede, para que outras respostas sociais possam acontecer, mas ainda estamos numa fase muito inicial. Ainda não há qualquer estudo, mas andamos a estudar hipóteses de âmbito social, onde terão de existir parcerias com a Segurança Social e outras entidades da cidade e do concelho que nos ajudarão a dar esse passo em frente”, afiança o recém-eleito presidente, Joaquim Queirós. “Será talvez mais para a população idosa, uma resposta social de lar residencial ou unidade de cuidados continuados”, conclui.
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha cumpre, em 2009, um século e meio de auxílio ao próximo, uma instituição que tem prestado um contributo deveras significativo a toda humanidade, sobretudo, em alturas de conflito e catástrofes naturais.

Uma exposição em Dezembro, no Mercado Municipal de Bragança, abordará a temática elucidativa dos 150 anos da Cruz Vermelha e da ajuda prestada na 1ª Guerra Mundial, já que, se cumprem 95 anos passados desde o conflito bélico que envolveu as grandes potências da época.
Na cerimónia, que decorreu no Auditório Paulo Quintela, estiveram presentes diversas personalidades, quer da cidade, como o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, quer a nível nacional, como Pimenta Araújo, assessor do Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.

17 de dezembro de 2009

DIVERSÃO ARMADA


PaintBall, besta e tiro com arco apaziguaram um dia repleto de aventura e adrenalina

No dia 5 de Dezembro, os 24 participantes madrugaram para um dia cheio de acção no ponto-de-encontro do Clube de Caça e Pesca. A manhã não inspirava grande confiança, frio entre a chuva que caía amíude e a lama que se fazia sentir. Servia de consolo a jovens e graúdos o facto de empunharem uma “arma” (marcador) com a qual podiam e desferiram golpes certeiros contra os “alegados” adversários. Programadas várias actividades para um sábado repleto de entusiasmo, o paintball ocupou grande parte da quota horária, bem até à hora de almoço, quando se obtiveram os vencedores, depois de duas eliminatórias que deram acesso à final. André Sendas, Filipe Quina, Mário Lopes, Pedro Minhoto, Rui Santos e Sérgio Pereira, venceram aguerridos tamanha competição, onde o gás teimava em falhar. Depois de descobertos os primeiros classificados, ao redor da lareira, uniram-se vencedores e vencidos, num ambiente acolhedor, para saudar o espírito de convívio. Um cozido à portuguesa, a lume brando, e regado a bom tinto, e um diploma para os inscritos como digestivo, aguentou as hostes para uma tarde que se adivinhou preenchida.
As cartas aguentaram os inscritos e amigos dentro do Clube de Caça e Pesca, mas outros fizeram frente ao anoitecer e aventuraram-se com as armas do antigamente, besta para uns, arco e flecha para outros. Mas todos satisfeitos, quer acertassem fora, ou dentro, do alvo... O dia só acabou para alguns, muito depois da noite chegar!

A equipa vencedora após uma manhã de combate "sujo"


Carlos Mendes, presidente da Associação Torriense de Lutas e Desportos Radicais (ATLDR), é o proprietário da empresa, sedeada na Torre de D. Chama, que permite às pessoas com iniciativa levar a bom porto este tipo de actividades. “Para além do Paintball, desenvolvemos actividades que passam por montanha, rappel, slide e tiro com arco”, explica o também Mestre de PANKRATION, uma arte de combate grega que vinga desde 600 a.c. e que, na Antiga Grécia, era uma das principais modalidades dos primeiros Jogos Olímpicos.





Uma das três mulheres que participou foi a última a ser eliminada de um equipa inteiramente masculina.
Em baixo, a receber o merecido diploma.


GLAMOUR EM VOZ REVELAÇÃO

Pela primeira vez em Bragança, a mc voz revelação 2009 e capa da Inpeople Magazine

Mc-Angel é uma jovem cantora com um estilo provocador e sofisticado, uma voz limpa e bem colocada, que acompanha um house marcadamente comercial, mas sempre com um sorriso rasgado nos lábios. Na sua estreia em Bragança, mais concretamente, no Moda Café, o público fez notar o seu agrado perante uma hora de actuação descontínua. Sábado imperou o glamour, a sensualidade e o atrevimento vocal, para além de momentos originais, quer em live act, quer como mc em vários hits das pistas de dança.
Com um dinamismo implícito, onde a dança tem um lugar de destaque, a sua performance transpirava uma energia presencial muito própria e desenvolvida no quase um ano e meio de estrada, onde actuou em casas como Estado Novo, Green Hill e Pachá de Ofir, entre muitas outras, de Norte a Sul do país.

Com um projecto iniciado no Verão de 2008, Mc-Angel viu-se distinguida por alguma da crítica nesse mesmo ano, como a voz feminina revelação do house nacional. Depois da sua primeira tournée, Ambition Tour, participou na Oporto Beach Party, em Julho de 2008, lado a lado com Bob Sinclair e Tiesto, djs internacionais da dance scene numa vertente mais comercial.
Em Novembro, após convite da Noite.pt para a celebração de uma década de existência, Mc-Angel fez a abertura da CD Tour 10 anos, onde actuou com o dj Hallux e o percurssionista Denny Beats. Em Maio de 2009, no seguimento de uma proposta da INpeople Magazine, integrou o elenco da tournée 10 clubs 10 cidades.
No balanço do seu primeiro ano, de Junho de 2008 a Junho de 2009, esta cantora oriunda de Espinho, agendou 78 datas.