O jogo da primeira jornada do campeonato que ficara adiado a 8 de Outubro, realizou-se este domingo pelas 15 horas. Frente a frente, Estrelas Brigantinas e Vila Pouca de Aguiar, em sub 14. Num primeiro tempo pouco explícito, o marcador dava vantagem à equipa da casa por, apenas, 8 a 5. Já na segunda parte, o técnico da formação brigantina decidiu-se por fazer entrar a equipa principal, constituída, maioritariamente, por jogadores de grande porte atlético como o número 13, Rui Correia, ou o número 14, Paulo Ferreira. Fisicamente superior, o Estrelas conseguiu avançar no marcador sem grande oposição, estabelecendo o resultado de 42 a 9 ao intervalo. No terceiro tempo, Sérgio Jesus voltou a rodar a equipa, guardando os seus jogadores mais altos e fortes para o quarto e último período. Assim, marcaram-se menos pontos, 53 a 12 era o resultado antes do último descanso. Em contraste com o maior jogador do Estrelas, o número 13, estava o 13 do Vila Pouca. Apesar de ser o mais pequeno, João Guedes revelou-se um dos melhores em campo, quer em técnica, quer em força de vontade, encestando várias vezes no limite, sobretudo, no último período. Com 50 pontos de diferença, o resultado final de 76 – 26 mostrava bem a clara superioridade da equipa brigantina, que se limitou a controlar o jogo ao rodar os seus jogadores. “Quando um jogo se ganha por 50 pontos é fácil de analisar. Apesar de termos dado alguns minutos de jogo a jogadores que, normalmente, não costumam jogar fiquei muito satisfeito com aquilo que se passou hoje”, afirmou o treinador do Estrelas. Ao comando da equipa segunda classificada, Sérgio Jesus espera alcançar o primeiro lugar da tabela, agora ocupado pelo Basket Clube de Vila Real.
26 de novembro de 2011
25 de novembro de 2011
UM SÉRIO UPGRADE
“Nova” escola de música pretende ser um pólo dinamizador da cena musical e cultural no nordeste transmontano
A Vamusica mudou de instalações para um espaço substancialmente diferente pela positiva. “Esta é uma loja que tem 200m2 em que conseguimos fazer 5 salas diferenciadas, nas quais se incluem dois estúdios com a polivalência de poderem ser utilizadas para aulas e para o trabalho de estúdio, que é uma aposta nossa”, revelou o responsável máximo pela maior escola de música em Bragança. Vítor Gomes garante que, neste momento, todas as necessidades dos seus alunos serão satisfeitas e, inclusive, dos músicos da região, que poderão gravar os seus temas no espaço que agora abriu portas. Questionado sobre se haveria realmente a necessidade de um tamanho investimento que sustente a polivalência musical, sublinha: “desde há dois anos a esta parte o número de alunos tem vindo a aumentar e, então, fomos ficando sem espaço e sem condições nas instalações anteriores. Este novo espaço é agradável e está bem situado porque é mesmo entre escolas”. O também professor de música refere um investimento de, aproximadamente, 80 mil euros. Uma soma avultada que não contabiliza nem material, nem instrumentos. “Estou a fazer os cálculos por baixo, pois faltam aqui pormenores e derrapagens que eu ainda não contei. Esse valor refere-se, essencialmente, ao equipamento novo adquirido que me faltava. Se a esse juntarmos o equipamento que eu já tinha como a mesa de som para o estúdio, é capaz de rondar os 150 mil euros”, explicou Vítor.
No ano lectivo transacto, a média dos alunos da Vamusica variou entre os 100 e os 130, mas, em 2011/12, espera-se que o número atinja os 150. Isto porque, de acordo com o responsável, será iniciada uma nova abordagem à formação do sopro. “Em Bragança, essa componente ainda não começou a sério e nós vamos apostar forte nos saxofones, trompetes e clarinetes e vamos fazer alguns protocolos com as bandas filarmónicas do distrito para certificar, precisamente, esse tipo de formação”, assegurou. O corpo docente da escola de música será, também, alargado.
Outro dos objectivos de Vítor Gomes será o de trazer alguém de renome para tentar criar outra dinâmica no cenário musical brigantino e também para incentivar os jovens alunos inspirando-os com a vinda de alguns dos seus ídolos, que poderão ver actuar no espaço da Vamusica em concertos intimistas ou em workshops realizados para o efeito.
24 de novembro de 2011
SEM QUAISQUER HIPÓTESES
INFANTIS
Valongo 20
Clube Académico de Bragança 0
Ao intervalo: 6 – 0
INICIADOS
Valongo 17
Clube Académico de Bragança 0
Ao intervalo: 7 – 0
Valongo 20
Clube Académico de Bragança 0
Ao intervalo: 6 – 0
INICIADOS
Valongo 17
Clube Académico de Bragança 0
Ao intervalo: 7 – 0
Infantis e iniciados do Clube Académico de Bragança (CAB) defrontaram o Valongo no passado domingo. E ambas as equipas sofreram derrotas pesadas contra aquele que é o número um da tabela classificativa. A primeira, ao intervalo, já perdia por 6 a 0. Mas foi na segunda parte que tudo se descontrolou, já que permitiu ao adversário marcar mais 14 golos, o que totalizou, no final, o resultado de 20 a 0. “Os miúdos descontrolaram-se completamente quando viram que estavam a sofrer muitos golos, sobretudo, na segunda parte”, referiu o técnico academista, Tiago Asseiro.
Reconhecido pelas suas grandes equipas e pelo facto de, até ao momento, terem só vitórias, o Valongo, à semelhança do Porto, foi buscar os melhores jogadores do campeonato a outras equipas e são todos de segundo ano, ao contrário do CAB, que, na maioria, dispõe de jogadores de primeiro. Parecendo pouco, certo é que a diferença de um ano dá às crianças não só uma maior experiência, como também se reflecte na estatura das crianças, na capacidade de defesa, ataque e recuperação, e ao nível da resistência física.
Aos iniciados brigantinos, acabou por acontecer o mesmo. Com uma segunda parte péssima, os pupilos do Académico acabaram por se perder durante o jogo, desorganizando-se por completo defensivamente. “Foi o pior jogo que fizemos, sem dúvida! Mas o adversário também é muito rápido e muito forte, técnica e fisicamente”, comentou o treinador do CAB. Na opinião de Tiago Asseiro, o Valongo é mesmo a melhor equipa do campeonato, melhor mesmo que o Porto, quer em infantis, quer em iniciados. “Não admira que eles vão em primeiro!”, concluiu.
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