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5 de janeiro de 2011

UMA ATITUDE DIGNA

Famílias em dificuldade sinalizadas por Centro Social Paroquial de S. Bento e S. Francisco recebem cabazes de Natal

Em plena época festiva de Natal, o Centro Social Paroquial de São Bento e São Francisco de Bragança procurou reduzir as necessidades dos mais carenciados. O acto benemérito, que teve lugar na passada quinta-feira, correspondeu à entrega de 30 cabazes de Natal a 30 famílias. Num total de 80 pessoas beneficiadas. Entre os vários itens, encontravam-se bens de primeira necessidade como arroz, massa, óleo, bolachas, farinha, cereais e açúcar, vestuário e alguns brinquedos que visavam suprimir as carências materiais efectivas dos mais novos.
“O que é que nós chamamos um cabaz? Não é só o saquinho... São vários sacos, de acordo com o número do agregado familiar. Temos famílias com 7, 8 e 9 pessoas. Nós sabemos porque fizemos um levantamento dos mais necessitados, pois isto foi preparado ao longo de duas semanas”, referiu o presbítero Rufino Xavier, do Centro Social Paroquial de S. Bento e S. Francisco. De acordo com o pároco, as pessoas já haviam estado, nessa manhã do dia 23, a escolher e a experimentar as roupas que levariam, posteriormente, na entrega dos cabazes.


“Ao distribuirmos os cabazes de Natal, estamos a pôr em prática aquilo que fazemos durante todo o ano. Hoje, com uma atitude diferente. Dar os cabazes às pessoas para poderem ter algo com que preparar o seu Natal”, afirmou o responsável.
Esta iniciativa foi divulgada, sobretudo, através das missas de Domingo na paróquia. “As pessoas que precisam deslocam-se ao Centro. Acontece, também, os paroquianos levarem a mensagem aos seus vizinhos ou trazerem os nomes deles e, ainda, temos uma técnica que vai à procura desses casos. No final, fazemos uma lista das pessoas mais carenciadas”, revelou Rufino Xavier.

ESPADANEDO, ALDEIA NATAL

Se a casa do Pai Natal fosse em Portugal, o seu Pólo Norte seria no concelho de Macedo de Cavaleiros

A Casa do Pai Natal, onde os meninos transmitiam os seus desejos, um presépio vivo, cavalos e póneis, um concurso de pinheiros enfeitados, insufláveis, uma enorme fogueira e a gastronomia regional foram, apenas, alguns dos apelativos que levaram centenas de pessoas a Espadanedo, a Aldeia Natal do concelho de Macedo de Cavaleiros.
“Foi impressionante! Durante os últimos 15 dias toda a gente veio ajudar a montar a tenda, a decorar as barracas, a enfeitar os pinheiros. Esta não é uma iniciativa apenas da junta, é uma iniciativa da freguesia”, revelou o presidente da Junta de Freguesia de Espadanedo, Daniel Reis. A sua esposa, Eduarda Barroso, desvenda a origem do conceito: “era um sonho que ele tinha, há 3 anos, desde o primeiro dia em que fomos à Vila Natal, em Óbidos, que ele desejava fazer o mesmo com o seu povo. Este ano proporcionou-se e dou-lhe todo o meu apoio”.


Presépios enfeitados pelas pessoas da freguesia, havia dois, um na igreja da aldeia e outro ao cimo da feira com animais vivos. Com um duplo propósito, cavalos e póneis fizeram parte das atracções da festa. Além de terem servido para divertimento de crianças e adultos, ajudaram à integração, “bem sucedida”, da comunidade cigana de Espadanedo. “Tivemos a ideia de termos mais algum divertimento para os miúdos e arranjámos póneis e cavalos para eles darem uma voltinha e penso que as pessoas aderiram muito bem. Aproveitámos o facto para integrarmos a comunidade cigana da freguesia, pois são eles que, neste momento, possuem estes animais e penso, sinceramente, que valeu a pena”, referiu.


No sábado, era suposto que os Bombos de Ala comparecessem. Mas, dado o falecimento de uma senhora na sua aldeia, não o puderam fazer. Valeram os Caretos de Podence que animaram as hostes transmontanas. No domingo, houve dois concertos. O Grupo Coral de Macedo de Cavaleiros e um Grupo de Fados do Instituto Superior de Engenharia do Porto subiram ao palco. Este último veio de tão longe porque há um estudante de Espadanedo na faculdade que fez questão de trazer os seus colegas.
Outra das valências da feira, foi a representação de mais de 80 por cento dos produtos da freguesia. “Fizemos a matança do porco no dia 27 de Novembro, de forma a termos um bom fumeiro para os nossos visitantes.. Esse é um dos nossos lemas: promover os produtos de Espadanedo. Falo do fumeiro, do mel, das castanhas e dos licores”, defendeu o responsável.
Houve, ainda, um concurso que envolveu 65 árvores de Natal enfeitadas por todas as pessoas da aldeia. O pinheiro mais bonito foi galardoado com um prémio simbólico. “Esperamos para o ano ter ainda mais concursos, que mais gente participe, mais freguesias, porque vamos ter mais tempo, também, para organizar as coisas. Este ano, apesar da colaboração da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, ainda tivemos poucas actividades. Mas, nas próximas edições, iremos fazer com que este evento seja muito maior”, prometeu Daniel Reis, que lidera, há 9 anos, a freguesia.


Quanto ao balanço final da primeira edição da Aldeia Natal, comenta: “Ontem (sábado) ficámos um bocadinho desiludidos porque tivemos pouca gente, cerca de 150 pessoas, e a organização ficou algo desanimada. Mas, hoje, está a correr muito bem! Há muita juventude, muitos meninos, que era esse o objectivo. Os meninos trazerem os pais e virem também. Porque, no fundo, a magia do Natal é para os miúdos”.



TESTEMUNHOS

Daniel Reis, presidente da Junta de Freguesia de Espadanedo

"Venham em massa porque vale a pena! É essa a mensagem, vamos esquecer momentaneamente a crise na qual Portugal mergulhou e vamo-nos divertir durante dois dias e ser felizes"


Fátima Gonçalves, “Pai Natal”

“Está um bocadinho frio, mas está tudo muito bonito. Estou a fazer de Pai Natal para as crianças. Eles vêm cá a dar beijos e a dizerem o que querem de prendas. O meu irmão, o presidente da junta, pediu-me para vir de França e eu aceitei o convite”


 
Miguel Morais, 10 anos

“Está a ser muito fixe! Aquilo que eu gosto mais é do presépio vivo, dos balões e dos insufláveis. Vim nos dois dias… Isto é muito bom para a aldeia!”

 
António Meireles, 12 anos

“Estou a gostar de tudo! Já pulei nos insufláveis, já fui pelos balões, fui a visitar o Pai Natal, fui a visitar o presépio da igreja e o presépio vivo. Gostava que para o ano houvesse outra vez!"

4 de janeiro de 2011

UM NATAL "MAIS REMEDIADO"

No tradicional almoço dos carenciados, a Obra Social Padre Miguel entregou cerca de 80 cabazes

Na passada quarta-feira, a Obra Social Padre Miguel procedeu ao tradicional almoço da época natalícia, reunindo mais de 150 carenciados. No final do repasto, a instituição entregou cerca de 50 cabazes de alimentos, roupas e brinquedos. No dia seguinte, a entrega solidária continuou, desta feita, em 80 domicílios.
“Apesar de termos, ainda, uma responsabilidade de dois milhões de euros, já abatemos parte à dívida bancária, entendemos que o percurso que sempre fizemos, temos de o continuar a fazer. As obras não se fazem à custa de tirarmos, precisamente, aos mais necessitados”, defendeu o responsável máximo pela Obra Social Padre Miguel, Nuno Vaz. “Lançámos o apelo e as pessoas dão, vamos para os hipermercados e as pessoas dão, mas são poucos aqueles que dão bacalhau, vinho fino ou azeite. Por isso, tivemos de comprar tudo o resto”, acrescentou.


Para além dos cabazes com géneros alimentícios, as pessoas podiam tirar toda a roupa que quisessem, também consoante as suas necessidades. Roupa nova oferecida por vários empresários da cidade de Bragança, nomeadamente de estabelecimentos comerciais. De salientar, ainda, que houve uma empresa que ofereceu uma carrinha à instituição. Mas Nuno Vaz adianta que essa oferta foi realizada de forma anónima.
Actualmente, a Obra Social Padre Miguel faz uma média de 500 refeições diárias. Alimentando, sobretudo, idosos e crianças.

NATAL DE IMPACTO

ACISB, IPB e diversas escolas protagonizaram um dos maiores momentos de Natal jamais vistos na cidade de Bragança

O 2º Desfile de Pais Natal Solidário de Bragança começou por volta das 14 horas, tendo arrancado do Centro Académico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Na procissão encarnada participaram cerca de duas centenas e meia de estudantes e ao todo conseguiu-se angariar meia tonelada de alimentos. Para o evento de quarta-feira, os alunos do Politécnico puderam adquirir o fato de pai natal na Associação Académica do IPB (AAIPB,) trocando-o por um bem alimentar. Os bens reunidos reverterão, à posteriori, a favor de instituições de solidariedade social da cidade.
"O número de fatos que demos não corresponde ao número de Pais Natal no desfile. Como era uma iniciativa solidária, houve muitos alunos que nos foram deixar os bens alimentares, mas houve alguns que não quiseram fatos e outros que sim, mas não puderam vir”, afirmou o presidente da AAIPB, Rui Sousa. De acordo com o responsável, foram entregues quase 500 fatos. Mas, à saída do Politécnico, o número de Pais Natal seria inferior a três centenas. “Como era um dia de aulas normal, isto porque não havia dispensas, nós sabíamos que iria haver muita gente que não poderia estar presente”, adiantou, mostrando-se, no entanto, satisfeito pelo resultado final.


Apesar do apelo dos estudantes às instituições da cidade, pedindo a sua participação, só o Centro Social Paroquial dos Santos Mártires é que respondeu afirmativamente. “Vamos ser nós a escolher a quem vamos dar os alimentos, já que quase ninguém participou. Tínhamos dito na comunicação social aquilo que iríamos fazer, estávamos à espera que alguém nos contactasse, mas isso não aconteceu e vamos ser nós a decidir, novamente, a quem entregar os bens”, lamentou Rui Sousa, revelando que, para além dos Santos Mártires, os alimentos serão distribuídos por mais duas instituições.
Outra das novidades, para além da parceria IPB – Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), foi a inclusão da Escola Secundária Emídio Garcia e de outras escolas do ensino básico no desfile ao longo do percurso. A Praça da Sé serviu de ponto de encontro a todos os participantes, onde se reuniram por volta das 16 horas. As crianças eram as mais entusiásticas, pois aguardavam a chegada do Pai Natal que viria com surpresas no comboio cedido pela Junta de Freguesia da Sé.


Nos sacos reservados às crianças vinham vários brindes, entre jogos, balões, rebuçados, esferográficas e lápis de cor, mas que não foram suficientes para todas. “Lamentavelmente, não tivemos prendas para todos porque confirmaram-nos que viriam cerca de 300 crianças e de certeza que estão mais ou, então, alguém levou mais sacos do que devia. Mas já estamos a dizer às professoras que vamos ainda hoje deixar os sacos de brindes nas escolas”, admitiu a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos. Toda a logística e mesmo as personagens que encantaram os mais novos, o Pai Natal, os duendes, a rena e o boneco de neve, foram da responsabilidade da empresa brigantina Animalogia. A ACISB distribui ainda 30 vales de desconto a cada aluno do IPB para serem utilizados no comércio tradicional de Bragança.

30 de dezembro de 2010

AJUDE-SE AJUDANDO

Campanha solidária necessita de mais cobertores e edredões para colmatar as necessidades dos restantes carenciados

No âmbito da campanha “Inverno Solidário – Agasalho para Todos”, a Câmara Municipal de Bragança (CMB) doou 120 cobertores e edredões a algumas famílias mais carenciadas. O acto de entrega aconteceu quarta-feira passada no Centro Social e Paroquial do Santo Condestável e beneficiou, também, algumas Instituições Particulares de Solidariedade Social.
No entanto, as necessidades inventariadas são, de acordo com o presidente da autarquia brigantina, Jorge Nunes, “algo superiores”. “Há 140 famílias sinalizadas, sendo necessários 270 cobertores ou edredões, agasalhos para as famílias. O que significa que iremos prosseguir com esta campanha até final de Janeiro”, informou o autarca. Aproveitando, assim, a presença da comunicação social, lançou o apelo à comunidade para que se una e contribua de forma a potenciar um Natal mais digno, quente e confortável, às restantes famílias em dificuldades.


Maria Fernandes, uma das beneficiadas com esta acção solidária mostrou-se deveras agradecida pela oferta de três edredões que lhe suprimirão algumas das suas carências familiares efectivas para esta quadra festiva.“Tenho dois filhos e faziam-me muita falta, senão também não vinha cá. Chegam-me porque eu só tenho três camas. Agora, não tinha possibilidade de os comprar”, admitiu, justificando o facto com o desemprego dela e do marido. “Foi uma boa prenda de Natal”, revelou.
Recorde-se que, no início de Dezembro, houve um espectáculo solidário que esgotou a lotação do Teatro Municipal de Bragança e cujas receitas reverteram, na sua totalidade, para a aquisição de edredões que, agora, foram distribuídos.

ANGARIAÇÃO DE BENEFICÊNCIA

Primeiro Espectáculo de Natal Solidário do Rotary e do INATEL lotou com o intuito de auxiliar uma instituição brigantina nesta época festiva

O Auditório Paulo Quintela foi demasiado pequeno para receber tantas pessoas na noite de quarta-feira. Tratou-se de um espectáculo de Natal promovido pelo Rotary Clube de Bragança, em parceria com a Fundação Inatel. A aquisição de utensílios de cozinha através da angariação de fundos era o objectivo benemérito em prol do Centro Social e Paroquial do Santo Condestável de Bragança. Assim, o acesso ao espectáculo era comparticipado com o valor mínimo de dois euros, embora a ideia da organização fosse que cada espectador pudesse contribuir com um valor superior. Para além das entradas, e em simultâneo, foi promovida a venda de oito obras cedidas por artistas transmontanos no próprio palco do auditório. A título de exemplo, a pintora Graça Morais contribuiu com duas serigrafias. Também o montante resultante da venda das obras em exposição, será para entregar à instituição.
“O convite partiu do Rotary e nós dissemos logo que sim porque achamos que é uma causa justa. Não podíamos deixar de dar a mão a uma instituição que faz tudo, todos os dias, para apoiar as famílias carenciadas”, afirmou o director da Agência de Bragança da Fundação INATEL, Pedro Rego. “Esperamos conseguir, pelo menos, 500 euros, que é a quantia necessária para fazer face às necessidades da instituição”, confidenciou.
O espectáculo, próximo das duas horas de duração, foi delineado por quatro intervenientes: a Bribanda, o Grupo Pedra de Ar, o Ballet da Junta de Freguesia da Sé e o Conservatório de Música de Bragança.
A presidente do Rotary Clube de Bragança, Mariema Gonçalves, falou sobre a angariação de fundos. “O valor recolhido será para entregar, na sua totalidade, ao Santo Condestável. Não iremos entregar o dinheiro em si, mas iremos suprimir algumas das suas necessidades”, revelou. Para além desta iniciativa, o Rotary Clube de Bragança entregou, há cerca de duas atrás, cabazes de Natal a famílias carenciadas.

17 de dezembro de 2010

DOCE PALADAR DOS SENTIDOS

Criação refinada da pastelaria regional leva nas suas encomendas a promoção da castanha transmontana

Uma receita do Bolo-Rei de Marron Glacê tem provocado um frenesim delicioso nos apetites dos mais gulosos. O arquitecto responsável por esta obra-prima da pastelaria é Eurico Castro, de 37 anos. “Já o ano passado tínhamos feito uma abordagem a este bolo, mas este ano melhorámo-lo imenso, não só o aspecto, como também a própria receita. É curioso notar que, sendo um dos produtos mais caros que nós temos, é o que mais vende”, confidencia o seu criador. O bolo sensação desta época natalícia, criado, definitivamente, há cerca de um mês e meio, custa uns “módicos” 20 euros o quilo e, apesar do preço, a sua venda está em franca ascensão. “Para além de estar a ser consumido por personalidades do mundo do espectáculo, da política, da cultura e do entretenimento, temos já encomendas agendadas para esta semana em cidades como Lisboa e, antes do Natal, entregas a clientes em França”, transmite.
A inovação deste bolo está no seu recheio, feito à base de pasta de castanha, marron glacê, nozes e uva passa. Um produto regional de altíssima qualidade, segundo Eurico, que é uma mais-valia económica para a região em que se insere. “É um produto de enorme potencial, nomeadamente para a exportação, que é onde reside o futuro, pois este tipo de produtos é muito apreciado lá fora. Assim como o fumeiro, a caça, a agro-pecuária, o azeite, temos produtos de excelente qualidade, estão é mal divulgados”, afirma o mestre criativo.
Eurico iniciou-se com, apenas, 12 anos na arte da pastelaria. Em 2011, fará 25 anos de carreira como Pasteleiro e inclui já, no seu currículo, algumas criações de sucesso como os ouriços de castanha ou o bolo-rei de doce de abóbora. “Na altura, abriu uma pastelaria em Macedo que fazia as coisas de uma forma diferente. E isso fez com que eu fosse para lá nas férias trabalhar e nunca mais voltei a estudar. Enveredei pela pastelaria e até hoje”, revela. ´”E até hoje”, já se passou uma vida… Eurico fará, na Páscoa de 2011, um quarto de século com uma carreira ligada à pastelaria.

Um novo espaço de experiências gourmet, cozinha de autor e bons vinhos a melhores preços será a grande aposta de Eurico para 2011

No Mercado Municipal, serve, há 4 anos, o Restaurante Rota dos Sabores. Uma empresa familiar, onde Eurico, na área da pastelaria, define a estratégia de mercado, de venda e de imagem dos produtos. Na Avenida Sá Carneiro, existe, ainda, a Rota dos Sabores Gourmet, um projecto pessoal do Eurico. Mas não fica por aqui. Em meados de 2011, Eurico dará o seu próximo passo no ramo da restauração com a abertura de um espaço de cozinha de autor. “A ideia é criar um algo completamente distinto e inovador, com experiências gourmet, cozinha de autor e onde dignificaremos o consumo do vinho a preços acessíveis”, adianta Eurico.
“Apesar da crise instalada, consideramos que há um mercado muito interessante de pessoas que querem ter novas experiências em termos de culinária. É o que faremos, num espaço próprio e único para o efeito”, desvenda. A localização da nova aposta será na Avenida Sá Carneiro, por cima da Rota dos Sabores Gourmet, com vista para o castelo.

NOVO ALENTO AOS IDOSOS

Instituições do concelho de Bragança reúnem utentes em Festa de Natal numa organização da Junta de Freguesia da Sé

Na passada sexta-feira, realizou-se no Auditório do Centro Cultural Paulo Quintela a “Festa de Natal” da Junta de Freguesia da Sé (JFS). Centro Social Paroquial dos Santos Mártires, Fundação Betânia, Lar de Nogueira, Lar de Santa Catarina, Obra Social Padre Miguel, Paróquia de S. Bento e S. Francisco, Santa Casa da Misericórdia e Santo Condestável foram as várias Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) envolvidas. Com início marcado após o almoço, a festa de confraternização começou momentos antes das 15 horas, reunindo mais de uma centena e meia de utentes. Na sua maioria, pessoas de idade que, não só lotaram o Auditório, como, também, subiram ao palco. Durante a tarde, actividades como peças de teatro, aulas de ginástica, interpretações de temas musicais e marionetas foram, apenas, algumas das iniciativas culturais apresentadas que fizeram as delícias dos presentes ao longo de três horas de espectáculo.
“Os idosos preparam as actividades nos Centros de Dia e nos lares para, depois, mostrarem aos amigos, familiares e sociedade. Este é um dia de reencontros e muito importante para eles”, mencionou a vogal da JFS, Vânia Rodrigues.
De acordo com a organização, para os idosos, este evento reveste-se de uma importância considerável, já que, o convívio, imbuído num espírito natalício, permite-lhes combater a rotina e a solidão.
Esta Festa de Natal vem na óptica de tentar combater a monotonia e a solidão a que muitos idosos estão votados todo o ano, mas, sobretudo, de melhorar os laços de confraternização entre todos e as suas instituições”, referiu a secretária da JFS, Alexandra Reis.