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31 de março de 2011

ELEITO EM SEXTO MANDATO

José Carvalho eleito em lista única para o seu sexto mandato em década e meia na direcção da ACISB

Tiveram lugar as eleições para os novos órgãos sociais da ACISB. José Carvalho, a concorrer em lista única, foi reeleito para um sexto mandato.  “Quase que é uma obrigação. Penso que deveriam existir ideias novas, mas a não acontecer isso, não podíamos deixar a associação órfã”, comenta. Há quase 15 anos na direcção, o presidente da ACISB garante não estar “agarrado ao poder”.
Uma semana antes havia sido votado em plenário da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB) o Relatório da Direcção e Contas de Gerência. Um balanço, respeitante a 2010, positivo, onde foi alcançada uma ligeira redução do passivo e um aumento de receitas foram as conclusões apresentadas. “Tivemos alguns eventos que foram comparticipados e isso tem custos. Mas temos vindo a colocar as contas da associação em dia e estamos no bom caminho desde há 2 anos para cá.”, revelou o presidente da ACISB, José Carvalho, depois do Relatório ter sido aprovado por unanimidade.
De salientar que, ao longo de 2010, deixaram de ser associadas da ACISB, por falirem ou terminarem a sua actividade, 55 empresas. O número mais elevado dos últimos anos e que representa, somente, um diferencial de 14, pois houve 41 novos associados.
“Claro que não ficamos satisfeitos por vermos desistir pessoas e empresas do sector. Tudo temos feito para lutar pelo comércio. Não temos sido correspondidos de igual forma pelos nossos associados que deviam ser mais participativos e olhar um pouco mais para a sua casa, que é a Associação Comercial”, defendeu José Carvalho, apelando, por diversas vezes, ao incremento da união e do associativismo. Um facto confirmado pela comparência de apenas 14 associados na Assembleia-Geral.
Na sexta-feira seguinte, 

14 de outubro de 2010

BELO OUTONO INVERNO

Cristina Alves, Julia Melnykova e Gonçalo Santana abrilhantaram a praça central da nona edição do Bragança é Moda

O comércio local desfilou mais uma vez na Praça Camões, na apresentação da colecção Outono / Inverno da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB). A 29 de Setembro, manequins profissionais da Best Models misturaram-se com amadores, eleitos através de um casting, e as crianças foram, uma vez mais, a sensação tão bem conhecida da passerelle.
A anfitriã do espectáculo de, aproximadamente, hora e meia, foi a repórter de exteriores do programa “Portugal no Coração” da RTP1, Cristina Alves, que iniciou as hostes para uma moldura humana afável e repleta numa noite quente de Outono.
Julia Melnykova e Gonçalo Santana, agenciados da Best, foram os modelos mais sonantes de um alinhamento onde se destacaram três novidades como, de resto, tem vindo a ser apanágio por parte da ACISB. O trial extremo de Nuno Cardoso e André Castro, a dança hip hop da responsabilidade de “The Locking” e alguns trechos de música lírica interpretados por uma dupla feminina foram os momentos que, não directamente ligados à moda, iluminaram e enriqueceram o desfile.
“Já habituámos as pessoas a espectáculos de qualidade, com a passagem de modelos top e esta é, também, uma forma de dar algum alento ao comércio tradicional. Dar-lhe a oportunidade de mostrar aquilo que tem, publicitá-lo... Queremos afirmar a marca Bragança é Moda ”, declarou o presidente da ACISB, José de Carvalho.
Com uma produção a cargo da empresa Eusébio Rodrigues, desfilaram na passerelle brigantina onze lojas, sendo que, nove foram de roupa e duas de adereços.















   
    

29 de maio de 2010

BRAGANÇA FASHION

Bragança é mais que Moda. Marisa Cruz foi a cereja no topo do bolo e Momentum-Crew a surpresa da noite

No dia 21 de Maio, desfilou em alta rotação mais uma produção de moda a envolver o comércio local projectada pela Associação Comercial Industrial e Serviços de Bragança (ACISB). Na Praça Camões, em pleno “Bragança é Moda”, Marisa Cruz foi a anfitriã de serviço, enquanto que, no desfile, Joaquim e Andreia Teles foram as caras de destaque, agenciadas pela Best Models (na foto).
Mas não foi só de sensualidade sobre a passerelle que respirou este espectáculo artístico multicolor, houve, também, música a solo com a artista Nicinha, e um grupo de dança contemporânea de nome Momentum-Crew (campeões nacionais de bboying) que deixou a audiência, simultaneamente, estupefacta e fascinada pela sua conjectura ilimitada de movimentos acrobáticos sob um bassline poderoso de hip-hop.


As crianças enalteceram, como, de resto, já é habitual, o muito público que, nem por isso, se fez sentir, apesar de uma noite fogosa de Maio. A apresentadora, ainda, tentou por diversas vezes incendiar os ânimos, mas, nem assim, a multidão decidiu alinhar, mostrando-se bastante tímida na maior parte dos momentos, exceptuando no desfilar dos mais novos.
Contudo, o presidente da ACISB, José Carvalho, elogiou o público e referenciou o elevado número de pessoas presentes. Afirmou, ainda, que esta produção tem vindo a evoluir, transitando de um desfile de moda para um “autêntico espectáculo”, que envolve, agora, música e dança e, essencialmente, a integração da comunidade, quer através do casting para 10 jovens, quer através da tão aclamada participação das crianças na passerelle da fama.

30 de abril de 2010

MAIS ORGANIZAÇÃO, MENOS ESPAÇOS

A Feira das Cantarinhas incluirá cerca de 450 expositores, enquanto que, paralelamente, a Feira do Artesanato mais de 75


A Feira das Cantarinhas, de 1 a 3 de Maio, será realizada na zona envolvente ao Mercado Municipal, enquanto que, simultaneamente, a XXIV Feira de Artesanato de Bragança, entre 28 de Abril e 2 de Maio, terá lugar na Praça da Sé, na Rua Alexandre Herculano e, pela primeira vez, na Rua da República. Ambas as feiras, terão um orçamento de 40 mil euros, à semelhança de anos anteriores. No entanto, a Feira das Cantarinhas contará com cerca de 450 expositores e a Feira do Artesanato com 75. Menos do que o ano passado. A organização defende que é impossível aumentar os espaços de venda nas ruas e avenidas da cidade por questões de segurança e de preservação das vias. Assim, menos feirantes e uma maior concentração dos mesmos, serão as principais alterações à Feira das Cantarinhas. A prioridade será concedida aos expositores das feiras mensais, seguem-se os feirantes por grau de antiguidade de participação na Feira das Cantarinhas e, só depois, todos os outros.
Na conferência de imprensa para apresentação dos eventos, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB), e a Câmara Municipal de Bragança, parceiros organizativos, entraram em litígio relativamente a algumas questões. Mas, depressa, afirmaram que não passavam de “mal-entendidos”.
A ACISB, principal promotora do evento, na voz do seu presidente, José Carvalho, afirma que, há menos expositores na Feira das Cantarinhas, sobretudo de vestuário e calçado. “A câmara municipal melhorou o espaço da feira, mas houve um encurtamento do mesmo, o que não nos vai permitir aceitar todas as inscrições”, declara o defensor de uma ideia de continuidade da própria feira entre os seus diferentes espaços.

Menos expositores do que em edições anteriores, mas, em continuidade, melhor organizados


O vice-presidente da CMB, Rui Caseiro, mostrou-se surpreendido quando confrontado com a redução de meia centena de expositores. “Colocámos as diversões no parque de estacionamento da câmara, porque se entendeu que havia espaço suficiente. Daí ficar um pouco surpreendido por a ACISB dizer que não há espaço suficiente. Podiam pôr-se as diversões no Eixo Atlântico, por exemplo”, disse Rui Caseiro. “Agora, não podemos colocar tudo no centro da cidade. Há limites”, sublinhou.
Segundo a secretária-geral da ACISB, Anabela Anjos, os feirantes mostraram-se intransigentes, quanto à colocação das suas diversões no Parque do Eixo Atlântico, advogando que, se fosse esse o caso, não viriam. Apesar desta questão, a responsável realça outra como sendo a mais importante. “Os comerciantes, que habitualmente participam na feira mensal, não têm tendas com dimensões diferentes das usadas na Feira das Cantarinhas”, anuncia. A solução poderá estar no alargamento da zona de feirantes na avenida Bragança Paulista, junto à escola Paulo Quintela.
De salientar que, ao contrário de outras edições, será permitido o acesso de carro à Praça da Sé. No programa, destaque para a XI Milha das Cantarinhas, Luta de Touros a 2 de Maio, e actuações de grupos musicais regionais como “Terra Firme”, Tuna do Patronato, Grupo Popular dos Santos Mártires, Rancho Folclórico do Bairro da Mãe d´Água, Casa do Professor de Bragança e Tuna Feminina do IPB, entre várias outras.



 

19 de janeiro de 2010

"A DESAPARECER DO MAPA"


ACISB festeja e homenageia entre os seus, aqueles sócios que, durante 2009, completaram 10 e 25 anos de associados

“Celebramos o Dia do Comerciante, geralmente, no primeiro sábado do ano. Mas como desta vez, ficava muito próximo da passagem de ano, decidimos adiar uma semana e, ainda bem, porque as pessoas disponibilizaram-se mais para estar presentes”, revelou o presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), José Carvalho.
Mais de 100 pessoas estiveram presentes no jantar, levado a bom porto, a 9 de Janeiro, no restaurante Chefe Ruca, onde foram homenageados cinco sócios com mais de 25 anos e outros 24 por terem mais de 10 anos de associados. “Instituímos que, por esta ocasião, em que comemoramos o Dia do Comerciante, homenagearíamos todos aqueles que atingissem os 10, 25, 50 e 75 anos de associado. Numa circunstância, em particular, há três anos atrás, homenageámos um comerciante da cidade com 75 anos que, infelizmente, já faleceu, e vários com 50 anos de actividade comercial”, informou o dirigente.
Os associados da ACISB com mais de 25 anos em 2009, foram: AFONSO, LOPES & C.ª, LDA. – MOAGENS DO LORETO, sócio nº 19; ANICETO GONÇALVES & C.ª, LDA, sócio nº 25; GELFRIO – SOCIEDADE DE COMERCIALIZAÇÃO GELADOS, LDA, sócio nº 358; JOÃO EVANGELISTA AFONSO – CAFÉ ZAROCO, Sócio nº 403; e BENJAMIM ANTÓNIO CORREIA – CAFÉ STOP, sócio nº 428.
Apesar de estarem registados entre 1600 a 1700 associados, o presidente da ACISB, José Carvalho, adiantou que, apenas, cerca de 700, tem os "seus direitos garantidos. “Há noves anos que este evento decorre, sendo “pura coincidência” este número ter coincidido com o dia 9 de Janeiro”, acrescentando que, “o comércio tradicional está a definhar e estamos na meta dos 25. Esperamos que, em 2011, não tenhamos que passar para os 20 anos”, alertou o responsável.
No final, os homenageados foram chamados a receber um diploma com a data do acontecimento e uma medalha comemorativa dos 100 anos da Associação. Um centenário que vingou em 2002. Aos associados com 25 anos, foi-lhes ainda oferecido um pequeno crachá em prata e o respectivo diploma comemorativo dessa data.

Questionado sobre o presente estado de coisas do comércio, indústria e serviços concelhios, áreas que, por excelência, a associação abrange, José Carvalho foi peremptório: “vão muito mal, pessimamente. Bragança, está, praticamente, a desaparecer do mapa, estando muito abaixo da linha de água. Infelizmente, a população não cresce e a actividade comercial está nas ruas da amargura.”
“É com alguma mágoa que eu reconheço esta realidade. Gostaria que o comércio local fosse pujante, porque tem condições para o ser. Esperemos que as entidades responsáveis pela vida económica e social, como a Câmara Municipal e o Governo Civil, não se esqueçam que somos a capital de distrito. Pois, estamos a ficar atrasados no tempo. Temos que arrepiar caminho, evoluir e arranjar formas de nos unirmos, na tentativa de, executarmos, de forma irrepreensível, a missão que se avizinha”, recomendou o responsável.
Questionado sobre formas de alterar cenário “tão desolador”, José Carvalho apregoa uma união entre comerciantes e instituições. "Que se compre em Bragança, que se dê emprego em Bragança! Que as poucas empresas que têm lutado, sejam reconhecidas pelo mérito do seu trabalho. E que as entidades concelhias, distritais e nacionais, ajam com a devida responsabilidade, fazendo todos os esforços possíveis para que esta cidade saia do marasmo em que, actualmente, se encontra”, avisa.

“Numa época em que somos expoliados, em que não valorizamos aquilo que é nosso, precisamos de assistir a uma inversão do paradigma. Afirmarmo-nos como região! Se o Governo pretende transformar o Nordeste numa reserva de indíos, então, força! Tem é de nos pagar para que isso aconteça. Nessa situação, não me importo nada de pôr um chapéu de penas”, rematou o presidente da ACISB, José Carvalho.